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Jogue Game Gear no Mega Drive 20 20America/Bahia novembro 20America/Bahia 2018

Posted by bluepasj in GENESISTÓRIAS.
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Rodar jogos de Master System no Mega Drive é fácil e o método é simples. Adquirir um Power Base Converter ou um Everdrive que suporte rodar ROMs de MS. Mas e no caso do portátil da Sega, o Game Gear, que também tem alguns jogos que podem interessar? Bem, aí o caso é um pouco mais complicado, por que o Game Gear na verdade tem mais cores disponíveis na paleta principal do que tanto o Mega Drive quanto o Master System. Pensando nisso, os hackers (sempre eles) de ROMs criaram um método que, embora imperfeito, é o único existente: usar um patch pra modificar a ROM e usá-la como se fosse um jogo de Master System. Primeiro você baixa a ROM do jogo que você quer, depois renomeia ela com final .sms ao invés de .gg, e então baixa o patch no site SMS Power e aplica na ROM usando o programa Lunar IPS. No Retro RGB é possível encontrar ainda uma lista com os jogos exclusivos do Game Gear, e eu já citei alguns aqui em uma matéria chamada O Mega nos Outros Sistemas Sega mas vou citar aqui algumas possibilidades:

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Ports Exclusivos do MD 14 14America/Bahia novembro 14America/Bahia 2018

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  • Galahad- port de Leander dos PCs (Amiga e Atari ST) que, na verdade, tem algumas melhorias gráficas em relação à versão original.

  • Mega Bomberman – port de Bomberman’ 94 do PC Engine. Apesar de ser um bom port, e o jogo é excelente e suporta até quatro jogadores, ainda assim ficou inferior à versão original do PC Engine.
gen-pce

Mega Bomberman à esquerda

  • Mercs – port do arcade (também lançado no Master System). Ótimo jogo de tiro que ao ser portado perdeu o multiplayer que tinha no arcade e ganhou um outro modo de jogo completamente novo onde se pode comprar armas e trocar de personagens.

mercs

  • Flink – port do Amiga CD32 (também lançado no Sega CD). Port quase idêntico ao original, a maior diferença está na música.

flink amiga cd32 genesis.jpg

  • Grind Stormer – port dos arcades.

grind stormer arcade genesis.jpg

  • Thunder Force II – port do X68000. Esse foi fácil de portar, por que o PC X68000 tem o mesmo processador do Mega Drive.

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  • Burning Force – port do arcade da Namco.

burning force arcade genesis.jpg

  • Master of Weapon – port dos arcades.

master of weapon arcade genesis.jpg

  • Vapor Trail – port dos arcades.

vapor trail arcade genesis.jpg

  • Mega Turrican – port do Amiga. A versão MD tem algumas melhorias gráficas.

turrican 3 mega turrican amiga genesis.jpg

  • The Punisher – port do arcade. Graficamente podia ter sido melhor portado, mas ainda assim foi uma boa conversão.

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As Mais Prolíficas do Mega 4 04America/Bahia agosto 04America/Bahia 2018

Posted by bluepasj in LISTAS.
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Nessa postagem feita por mim em colaboração com o comando Ctrl + F do computador, venho lhes comentar as empresas que mais desenvolveram jogos para o 16-bits da Sega. Acho interessante notar que muitas das que lançaram os melhores jogos nem aparecem aqui, mostrando que quantidade e qualidade nem sempre andam juntas (mas às vezes sim).

307087-sega-logoSega – A Sega já ganhou um post só dela aqui no blog, A Poderosa Sega, pois não é apenas a produtora do console ao qual este se dedica, como também da grande maioria dos seus melhores jogos. E quando não era a desenvolvedora, era a publisher, a editora que os publicava. Ela era incrível, produzindo jogos de todos os gêneros que existiam e lançando jogos de qualidade e em quantidade.

AM7 – Dentre os estúdios da Sega, alguns se mostram mais prolíficos do que outros, como é o caso do Overworks, ou AM7.  Ele ajudou na produção de alguns dos melhores jogos do console, como Castle of Illusion, Golden Axe e Phantasy Star II, III e IV, por exemplo.

Road Rash 2 (UEJ) [!]000EA – A Electronic Arts só não é tão impressionante quanto a Sega por que quase todos os seus jogos são de um só gênero: esporte. Ainda assim, a quantidade é massiva e muitos tem excelente qualidade, sendo alguns dos melhores jogos de esporte de sua época, e pioneiros do gênero. A EA não apenas suportou o Mega Drive, como também foi um dos fatores decisivos em seu sucesso.

HighscoreProductions_logoHigh Score – A High Score Entertainment ou High Score Productions foi uma empresa subcontratada para desenvolver vários jogos da EA, tendo um total de 19 produções, sendo Jungle Strike uma delas.

300px-Koei_logo.svgKoei – Eu não esperava que a Koei tivesse tido esse impacto, já que era uma empresa de jogos de estratégia e era um gênero não tão popular no ocidente, onde o MD fez a maior parte de seu sucesso. Especialmente não era tão popular em consoles de mesa, fazia mais sucesso nos PCs. Ela foi desenvolvedora e publisher de todos os seus 15 jogos no MD.

ProbeProbe – Responsável por 17 jogos, entre eles Alien 3 e os ports dos dois primeiros Mortal Kombat. Não era uma dev tão talentosa, mas não era das piores também. Nenhum dos seus jogos está entre os mais bem feitos, e nem quando trabalhou com uma série tão afamada quanto MK fez um trabalho melhor.

KonamiKonami – Apesar de eu particularmente achar que ela podia ter feito mais, preciso comendar o trabalho dela no Meguinha. Ela criou alguns de seus melhores jogos, nomeadamente Contra Hard Corps, TMNT Hyperstone Heist, Rocket Knight Adventures e Castlevania Bloodlines. E não apenas desenvolveu jogos próprios, como publicou ela mesma todos eles, e ainda alguns de outras desenvolvedoras, como Zombies Ate My Neighbors da LucasArts e International Superstar Soccer Deluxe da Factor 5.

Bluesky_logoBlueSky – Com 17 jogos no catálogo, todos publicados pela Sega de alguma forma, alguns são jogos de esporte, outros são Jurassic Park e dois são Vectorman. Era um estúdio americano de alta qualidade, apesar de terem feito o horrendo jogo da pequena sereia (Ariel The Little Mermaid).

300px-Tengen_logo.svgTengen – Não é um nome que você instantaneamente reconhece, o que já fala muito da qualidade de seu portfólio. Se trata de uma subsidiária da poderosa Atari que fazia partes de seus jogos, bem como games para outras publishers (como a Sega). Jogos terríveis como Awesome Possum, do qual não me canso de falar mal, foram feitos por ela. Ela nem tem tantos jogos desenvolvidos assim, mas publicou seus jogos e alguns de outras desenvolvedoras também. Foi ela quem publicou, por exemplo, Hard Drivin’ da Sterling Silver Software. Entre os jogos desenvolvidos por ela mesma, destaco Paperboy 2.

CALENÁRIO-NAMCO1Namco – A gigante Namco também foi prolífica fazendo jogos como Splatterhouse 2 e 3 no Meguinha. Desenvolveu cerca de 15 jogos e publicou cerca de 18, de vários gêneros diferentes, sendo que alguns deles (Nadia) ficaram apenas no Japão.

Accolade_logoAccolade – Esta queria tanto lançar jogos para o Mega Drive que fez engenharia reversa no mesmo e foi processada pela Sega. Apesar da Sega ter vencido nas cortes, a Accolade venceu na apelação. Não fez tantos jogos assim, mas publicou mais de 20. Não era tão boa também, mas destaco dela Combat Cars como dev e Zero Tolerance como publisher.

320px-Sunsoft_logoSunsoft – Essa também não foi tão prolífica como dev, mas lançou vários jogos, incluindo os da Iguana Entertainment.

Sculptured_logoSculptured – Essa dev excelente foi quem fez os ports de MK3 e UMK3 para o MD. Ela também é a dev por trás de Pac-Mania, The Punisher, Wrestlemania The Arcade Game e outros 11 games.

250px-virgininteractive_logo.pngVirgin Games – Essa atuou mais como publisher, lançando jogos ótimos de empresas como Delphine Software e Core Design, entre outras. Mas fez parte da produção do aclamado Disney’s Aladdin e também produziu Global Gladiators e Robocop vs. Terminator.

300px-Taito_Logo.svgTaito – Outra que atuou mais como publisher, e lançou vários jogos, inclusive foi dev em alguns. Seu portfólio tem jogos bons e ruins, mas nenhum que se destaque muito.

Fontes: Wikipedia
SegaRetro

Retroescavadeira #8 – Os Diferentes Mega Drives 28 28America/Bahia novembro 28America/Bahia 2016

Posted by bluepasj in GENESISTÓRIAS, LISTAS, RETROESCAVADEIRA.
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Vamos começar com os modelos lançados pela própria Tec Toy em sua época de ouro. O Mega Drive I/II e o Mega Drive III, esse último baseado no Mega Drive II japonês/Genesis II norte-americano.tec-toy-md-modelos

A primeira caixa do console aqui no Brasil vinha com o Altered Beast, mas logo o pack-in se tornou Sonic, depois Sonic 2. O Brasil teve caixas cujo bundle era Fifa Soccer, Mortal Kombat, Street Fighter, entre outros…tec-toy-mega-drive-versoes-modelos-edicoes

O Mega teve versões com leves variações nas cores dos seus detalhes ao redor do mundo.

No Japão.

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Na Coréia.

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Na Europa.

pal_secam_sega_mega_drive_ii_tn

Na Coréia, ainda, esse aí de cima foi o segundo MD. Aliás, MD não, SGB, por que a Samsung era a licenciada a lançar o MD por lá e o nome do console mudou para Super Gam’Boy. Abaixo, o Super Gam’Boy II.

MD_Korea_000

Nos Estados Unidos o Genesis (nome norte-americano do Mega Drive) teve de fato uma terceira versão, lançada pela Majesco, que havia arranjado um acordo com a Sega para lançar seu Mega Drive já que a Sega havia mudado seu foco para o Saturn. Aí surgiu o Genesis 3, que não roda o Virtua Racing nem suporta Sega-CD e 32-X.

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Nos Estados Unidos houve também o EZ Games Video Game System, um aparelho que ficava em quartos de hotéis em que você usava fichas para poder jogar.

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Houve também dois híbridos de PC e Mega Drive, um japonês e o outro europeu, respectivamente o TeraDrive e o Amstrad Mega-PC.

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Houve um portátil lançado pela própria Sega, o Nomad.  Ele roda cartuchos, tem port para um segundo joystick e jogatina multiplayer, mas a bateria drena muito rápido, assim como a do portátil anterior da Sega (o Game Gear).

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Outro Mega (semi-) portátil é o Mega Jet, que foi lançado apenas no Japão. Ele veio antes do Nomad, não tem tela e não funciona com baterias e sim cabo de energia. Ele foi feito pra ser usado nos vôos da Japan Air Lines, cujos aviões possuíam telas LCD. E também pode ser usado em televisores compactos de carros.

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Outro Mega que vale ser citado é o HeartBeat Personal Trainer. Ele roda os jogos de Mega Drive normalmente, mas também tem sensor de movimento e um sensor de batimentos cardíacos, assim você pode medir seu desempenho em atividades físicas.

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Devo mencionar também o WonderMega, ou X’Eye, um aparelho que é a fusão de um Mega Drive e um Sega-CD em apenas um aparelho. Ele surgiu de uma parceria entre a Sega e a JVC

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O CDX ou Multi-Mega é outro híbrido.

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Outro aparelho que podia rodar jogos tanto de Mega Drive quanto de Sega-CD era o Aiwa Mega-CD, um aparelho de som portátil.

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Por fim, o Mega superou a ovelha Dolly e teve clones em massa.

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Fontes: Mega Drive Net
SegaRetro

Mega-Acessórios 7 07America/Bahia novembro 07America/Bahia 2016

Posted by bluepasj in CURIOSIDADES, LISTAS.
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Activator

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O Activator é um controle de movimento (pense Kinect) que consiste em um octógono que fica no chão e tem sensores infravermelhos lançados pra cima pra ler sua movimentação. Poucos jogos tiveram suporte ao acessório, o de maior destaque sendo Eternal Champions.

Power Base

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Conversor usado para dar retrocompatibilidade ao MD, tornando possível usar os cartuchos de Master System no MD para jogar os jogos do Master no Mega. Alguns jogos requerem o uso do joystick do Master para funcionarem, sendo eles:

  • Alien Syndrome
  • Bomber Raid
  • Great Volleyball
  • Montezuma’s Revenge
  • Penguin Land
  • Shanghai
  • Tennis Ace
  • Where in the World is Carmen Sandiego?
  • Wonder Boy in Monster Land

Menacer Justifier

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Armas com infravermelho para serem usadas em jogos de tiro light-gun. Os dois jogos Lethal Enforcers só funcionam com a Justifier.

Game Genie (também tem o Action Replay, o Game Wizard  e outros)

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É arecido ao afamado Game Shark dos consoles de CD. O Game Genie vai entre o cartucho e o videogame, e permite usar códigos de trapaça extras nos jogos.

Team Player e 4-Way-Play

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Os multitaps oficiais do MD, o primeiro sendo da própria Sega e o segundo da EA. Nem todos os jogos que suportam mais de dois jogadores são suportados pelo 4-Way-Play, mas todos são suportados pela versão posterior do Team Player lançada.

J-Cart

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Cartucho especial lançado pela Codemasters, que permite conectar 4 joysticks no próprio cartucho, semelhante a um multitap embutido. Jogos que vieram em um J-Cart:

  • Pete Sampras Tennis
  • Pete Sampras Tennis ’96
  • Micro Machines 2: Turbo Tournament
  • Micro Machines 96Micro Machines Military
  • Super Skidmarks

MegaModem

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Modem usado para fazer o Mega Drive se conectar à internet e usar alguns serviços exclusivos da Sega no japão. Coisas como serviços bancários e jogos online. O Brasil teve uma versão semelhante do serviço, chamado Mega Net.

X-Band Mega Net 2

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Modem para conexão online que permitia checar e-mails e jogar jogos. O Brasil teve algo semelhante, o chamado Mega Net 2.

Sega Channel Adapter

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Serviço de distribuição de jogos online que envolvia, também a necessidade de inscrição no serviço.

Remote Arcade System

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Joystick sem-fio lançado pela Sega para o MD.

Keyboard e Mouse

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O teclado foi lançado para ser usado com o serviço Mega Net e o mouse teve uso em alguns jogos, principalmente jogos de estratégia.

Mega Stick e Arcade Power Stick

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Controles que imitam a configuração dos arcades (fliperamas) da época. O primeiro tem três botões e o segundo tem seis.

Action Chair

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eek Uma cadeira que é também um joystick! Se você se inclina para a direita, o personagem se move pra direita e se a inclinação é para a esquerda o personagem vai pra esquerda. Curioso.

Region converters

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Adaptadores usados para ignorar as restrições de região dos jogos de Mega Drive, para que jogos lançados em uma região possam funcionar em um  Mega Drive de outra região.

StuntMaster

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Uma espécie de VR, parecido a um que a Sega ia lançar para o MD. Não tem nada que o difira de uma TV em um óculos. É incompatível com alguns jogos e também diz-se que tem peso excessivo. Não funciona nos Mega Drives do modelo 2 (o Mega Drive 3 do Brasil, por exemplo).

Mega-CD Karaoke

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O que há com japoneses e karaokês? Esse transforma o Mega em um karaokê, mas também requer o Sega-CD para funcionar.

Demo System DS-16

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Feito para uso comercial, que permite conectar seis cartuchos a um Mega Drive e alternar o uso deles facilmente com o uso de um botão. O dispositivo em si ficava escondido por trás de uma cabine de quiosque. É semelhante ao acessório VJ Video Jukebox que ia ser lançado para o MD, que permitia manter seis cartuchos conectados ao MD, com uma chave seletora para alternar entre eles.

Capcom Pad Soldier MD

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Um controle com formato esquisito feito pela ASCII, lançado pela Capcom, com o objetivo de permitir usar três dedos nos botões de ação (igual nos arcades (onde eu nunca usei três dedos, mas faz sentido)) sem perder o conforto de um joystick.

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Evolução – Golden Axe 7 07America/Bahia setembro 07America/Bahia 2016

Posted by bluepasj in EVOLUÇÃO.
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GOLDEN AXE
A série começou no arcade com esse jogo. Em um mundo medieval, um trio de combatentes sai em uma jornada para salvar sua terra, Yuria, de um tirano chamado Death Adder. Essa premissa simples deu origem a uma das séries mais celebradas dos games em sua época. O jogo é uma mistura de medievalismo com fantasia que tem um clima bem único. Nesse primeiro jogo a trilha sonora e a arte são fenomenais, as locações e os personagens são marcantes, e a jogabilidade não deixa a desejar. É bem divertido também. O sistema de combate é interessante, é simples mas o jogo não é longo o suficiente para se tornar repetitivo. É um hack ‘n slash então não é um jogo de muita profundidade, o estilo é bem arcade, até por causa da época em que foi lançado. Mas diverte muito.

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GOLDEN AXE II
Na opinião deste que vos fala, é o melhor dos 3 no MD. Achei a inteligência artificial dos inimigos bem melhor. O jogo é menos icônico artisticamente do que o primeiro, mas não muito, e os gráficos estão melhores. Claro, o jogo foi feito diretamente para o MD, não foi um port (o arcade ganhou uma continuação única também). O sistema de magias também foi melhorado, agora é possível escolher o nível de magia que se quer lançar, através do tempo que se mantém segurada a tecla de magia (A). É uma continuação que vale muito a pena, apesar de muitos a considerarem excessivamente parecida com o primeiro jogo, quase uma expansão do mesmo.

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GOLDEN AXE III
O maior avanço desse terceiro jogo é que em dados momentos há encruzilhadas em que você pode escolher entre dois caminhos por qual vai continuar, o que dá fator replay ao jogo. Há também, agora, técnicas de dupla e pode-se inclusive usar as barras de magia dos dois jogadores em uma magia só. Há também agora um comando de bloqueio (defesa) e uma técnica exclusiva de cada personagem. Mas em compensação o sistema de magias voltou a ser como no primeiro jogo. Pelo menos a música continua boa, diferentemente da música do terceiro Streets of Rage. A música e a arte estão tão bons quanto jamais estiveram. O mundo do jogo tem mais fantasia do que antes, e a arte talvez seja um pouco menos marcante, mas na minha opinião o jogo é mais único do que os outros Golden Axe quando comparado a outros jogos de porradaria medievais. Só achei as montarias muito pouco inspiradas, não tem o carisma das montarias dos dois jogos anteriores. Os personagens também são todos novos, e eu senti falta dos já clássicos mas também gostei dos novos. Outra novidade é a presença de reféns nas fases e vidas extras podem ser ganhas resgatando certas quantidades deles. GA3 não foi lançado fora do Japão para o MD.