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Mega-Acessórios 7 07America/Bahia novembro 07America/Bahia 2016

Posted by bluepasj in CURIOSIDADES, LISTAS.
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Activator

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O Activator é um controle de movimento (pense Kinect) que consiste em um octógono que fica no chão e tem sensores infravermelhos lançados pra cima pra ler sua movimentação. Poucos jogos tiveram suporte ao acessório, o de maior destaque sendo Eternal Champions.

Power Base

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Conversor usado para dar retrocompatibilidade ao MD, tornando possível usar os cartuchos de Master System no MD para jogar os jogos do Master no Mega. Alguns jogos requerem o uso do joystick do Master para funcionarem, sendo eles:

  • Alien Syndrome
  • Bomber Raid
  • Great Volleyball
  • Montezuma’s Revenge
  • Penguin Land
  • Shanghai
  • Tennis Ace
  • Where in the World is Carmen Sandiego?
  • Wonder Boy in Monster Land

Menacer Justifier

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Armas com infravermelho para serem usadas em jogos de tiro light-gun. Os dois jogos Lethal Enforcers só funcionam com a Justifier.

Game Genie (também tem o Action Replay, o Game Wizard  e outros)

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É arecido ao afamado Game Shark dos consoles de CD. O Game Genie vai entre o cartucho e o videogame, e permite usar códigos de trapaça extras nos jogos.

Team Player e 4-Way-Play

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Os multitaps oficiais do MD, o primeiro sendo da própria Sega e o segundo da EA. Nem todos os jogos que suportam mais de dois jogadores são suportados pelo 4-Way-Play, mas todos são suportados pela versão posterior do Team Player lançada.

J-Cart

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Cartucho especial lançado pela Codemasters, que permite conectar 4 joysticks no próprio cartucho, semelhante a um multitap embutido. Jogos que vieram em um J-Cart:

  • Pete Sampras Tennis
  • Pete Sampras Tennis ’96
  • Micro Machines 2: Turbo Tournament
  • Micro Machines 96Micro Machines Military
  • Super Skidmarks

MegaModem

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Modem usado para fazer o Mega Drive se conectar à internet e usar alguns serviços exclusivos da Sega no japão. Coisas como serviços bancários e jogos online. O Brasil teve uma versão semelhante do serviço, chamado Mega Net.

X-Band Mega Net 2

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Modem para conexão online que permitia checar e-mails e jogar jogos. O Brasil teve algo semelhante, o chamado Mega Net 2.

Sega Channel Adapter

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Serviço de distribuição de jogos online que envolvia, também a necessidade de inscrição no serviço.

Remote Arcade System

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Joystick sem-fio lançado pela Sega para o MD.

Keyboard e Mouse

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O teclado foi lançado para ser usado com o serviço Mega Net e o mouse teve uso em alguns jogos, principalmente jogos de estratégia.

Mega Stick e Arcade Power Stick

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Controles que imitam a configuração dos arcades (fliperamas) da época. O primeiro tem três botões e o segundo tem seis.

Action Chair

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eek Uma cadeira que é também um joystick! Se você se inclina para a direita, o personagem se move pra direita e se a inclinação é para a esquerda o personagem vai pra esquerda. Curioso.

Region converters

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Adaptadores usados para ignorar as restrições de região dos jogos de Mega Drive, para que jogos lançados em uma região possam funcionar em um  Mega Drive de outra região.

StuntMaster

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Uma espécie de VR, parecido a um que a Sega ia lançar para o MD. Não tem nada que o difira de uma TV em um óculos. É incompatível com alguns jogos e também diz-se que tem peso excessivo. Não funciona nos Mega Drives do modelo 2 (o Mega Drive 3 do Brasil, por exemplo).

Mega-CD Karaoke

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O que há com japoneses e karaokês? Esse transforma o Mega em um karaokê, mas também requer o Sega-CD para funcionar.

Demo System DS-16

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Feito para uso comercial, que permite conectar seis cartuchos a um Mega Drive e alternar o uso deles facilmente com o uso de um botão. O dispositivo em si ficava escondido por trás de uma cabine de quiosque. É semelhante ao acessório VJ Video Jukebox que ia ser lançado para o MD, que permitia manter seis cartuchos conectados ao MD, com uma chave seletora para alternar entre eles.

Capcom Pad Soldier MD

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Um controle com formato esquisito feito pela ASCII, lançado pela Capcom, com o objetivo de permitir usar três dedos nos botões de ação (igual nos arcades (onde eu nunca usei três dedos, mas faz sentido)) sem perder o conforto de um joystick.

(mais…)

Evolução – Aero the Acro-Bat (& Zero) 11 11America/Bahia setembro 11America/Bahia 2016

Posted by bluepasj in EVOLUÇÃO.
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aero-the-acro-bat-mega-driveAero the Acro-Bat -> Pode parecer que é só mais um mascote lançado na época para tentar ter o mesmo sucesso que Mario e Sonic na época. A capacidade da Sega de criar um mascote capaz de fazer frente ao Mario deu esperanças a várias empresas de conseguirem o mesmo feito. A maioria delas, até onde posso ver, pegava mais inspiração do Sonic. Eu acredito que Mario seja um platformer de estilo básico, não que isso seja ruim, ele foi o criador da coisa toda. Por ele ser o primeiro, pode se safar de não ter um diferencial. E é nisso que as outras empresas que criam mascotes imitam o Sonic, tentar ser diferente, único, original, mas tão bom quanto. Mais do que isso, eram os anos 90, nos gibis os personagens todos tinham um zilhão de pochetes e armas dependuradas pelo corpo, muitas espadas nas costas, músculos gigantes impossíveis para um ser humano normal, e além disso tapa-olhos e cintos e cabelos até o chão e cores berrantes e colantes, enfim deu pra entender. E as mulheres tinham curvas que impediam a existência de órgãos internos. Era a era de Rob Liefeld. E isso era assim em todos os lugares, até mesmo nas obras mais mainstream como filmes. Tudo era exagerado, dark, edgy, cool. Então os jogos pegavam carona nisso. Sonic mesmo é um que faz isso, e talvez ele tenha sido o primeiro. Pelo menos o primeiro mascote, já que os mascotes eram considerados algo mais infantil, basta olhar os anteriores Mario e Alex Kidd para ver, e mesmo outros como Psycho-Fox e Kirby. Essa introdução enorme é para explicar o ambiente onde Aero surgiu. A Iguana Entertainment obviamente queria criar o mascote próprio e fazer rios de dinheiro. Então ela inventou o Aero, um morcego circense. Estava na moda animais antropomórficos (com características de humanos como falar p.ex.), então ela escolheu um animal, o morcego, e criou o seu jogo em volta dele. As asas de morcego do personagem o permite fazer acrobacias, que foram incrementadas com a desculpa de ele ser um artista de circo. E ele está um pouco para o lado de ser um estereótipo de filme de ação (exceto que em formato de animal). Nada é muito original, mas antes uma miscelânea de elementos vistos em outros lugares nas mídias da época. O jogo pega influências de cartoons, animes, e gibis de super-herói. Acontece que a Iguana era uma empresa competente, sabia como programar um jogo e era esforçada. Mais do que isso, ela sabia programar decentemente para ambas as plataformas principais (Mega e Super Nintendo). Onde em outros platformers genéricos a jogabilidade seria travada ou escorregadia, estranha e difícil, nos jogos da Iguana, por mais genéricos que sejam, a jogabilidade funciona muito bem. E ela também tenta dar algum diferencial às suas obras. Nesse primeiro Aero, por exemplo, você não passa de fase simplesmente indo da esquerda para a direita da tela, é preciso realizar uma missão diferente em cada fase. É um grande diferencial, que aproxima o jogo de um collect-a-thon como Mario 64 e Banjo-Kazooie por exemplo. Infelizmente nem tudo é coisa boa nesse primeiro jogo. A tentativa de criar algo diferente e único também na jogabilidade acabou não dando certo. Quando você pressiona pulo com o Aero no ar, o morcego irá dar uma mergulhada na direção em que você estiver apontando. O problema é que é um método muito complicado de ataque e que facilita muito erros bobos. Ainda assim eu o acho um jogo indicado.


aero-the-acro-bat-2-mega-driveAero the Acro-Bat 2
-> Mas a Iguana não se deu por satisfeita com um jogo e tentou de novo. Dessa vez ela foi um pouco mais convencional e fez as fases totalmente lineares e não mais baseadas em missões. Os gráficos também deram uma melhorada. O design de fases é um passo atrás, pois não era um erro no jogo anterior. A jogabilidade, entretanto, deu uma boa melhorada, com os saltos muito mais fáceis de manusear. E, melhor ainda, não perdeu o diferencial por isso, pois Aero continua tendo um diagonal que é diferente de todos os outros mascotes. O jogo é bem simpático e, apesar de
ser mais genérico ainda do que o primeiro, é melhor do que ele por causa das melhorias na jogabilidade. Curiosamente, esse segundo jogo é dedicado a Ayrton Senna, o corredor de fórmula 1, que havia morrido no ano de lançamento do jogo.

zero-the-kamikaze-squirrel-mega-driveZero the Kamikaze Squirrel -> E ali está uma bandana, item obrigatório nos anos 90! E artes marciais. Derivado de Aero com um dos vilões do jogo, o anti-herói Zero (duvido a palavra kamikaze ser aceita em um produto para crianças hoje em dia). Não posso deixar de pensar que o jogo é no geral mais genérico do que os Aero e tem menos qualidade que a série principal. Os gráficos, entretanto, estão mais bonitos. A maior novidade nesse jogo está nos movimentos do esquilo-título do jogo. O Zero pode cair no chão (igual ao Aero (e ao vindouro Crash Bandicoot)) e a queda dele pode se tornar um rasante, ele pode dar um pulo duplo rodopiante que serve de ataque (igual ao Sonic), pode lançar shurikens e dar alguns golpes marciais e tudo funciona muito bem. Os grandes destaques são o pulo giratório, que pode fazer uma parábola no ar e, e isso é bem difícil de explicar, incrementa o platforming presente no jogo; e o rasante, que permite ao Zero quase voar (e isso é ainda mais difícil de explicar). Há, também, veículos em certas partes do jogo que Zero controla. Zero é, ainda, mais maduro e tem classificação indicativa maior do que os jogos da série Aero. O polimento característico da Iguana se encontra presente, assim como o ar de já-vi-isso-ou-algo-parecido-em-algum-lugar-antes. Eu tenho a impressão de que a softhouse estava tentando realmente tornar Aero em uma série duradoura e talvez até um produto multimídia, trabalhando não só a jogabilidade, mas uma história no estilo de um cartoon. É perceptível que ela não poupa textos, as cenas são longas e dão mais contexto aos jogos do que a maioria dos platformers que se contentavam com história no manual de instruções/intro curta. Eu o acho um jogo digno e válido de ser jogado, esses jogos são alguns dos melhores entre os jogos medianos do MD, se é que isso faz sentido.

Evolução – Golden Axe 7 07America/Bahia setembro 07America/Bahia 2016

Posted by bluepasj in EVOLUÇÃO.
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GOLDEN AXE
A série começou no arcade com esse jogo. Em um mundo medieval, um trio de combatentes sai em uma jornada para salvar sua terra, Yuria, de um tirano chamado Death Adder. Essa premissa simples deu origem a uma das séries mais celebradas dos games em sua época. O jogo é uma mistura de medievalismo com fantasia que tem um clima bem único. Nesse primeiro jogo a trilha sonora e a arte são fenomenais, as locações e os personagens são marcantes, e a jogabilidade não deixa a desejar. É bem divertido também. O sistema de combate é interessante, é simples mas o jogo não é longo o suficiente para se tornar repetitivo. É um hack ‘n slash então não é um jogo de muita profundidade, o estilo é bem arcade, até por causa da época em que foi lançado. Mas diverte muito.

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GOLDEN AXE II
Na opinião deste que vos fala, é o melhor dos 3 no MD. Achei a inteligência artificial dos inimigos bem melhor. O jogo é menos icônico artisticamente do que o primeiro, mas não muito, e os gráficos estão melhores. Claro, o jogo foi feito diretamente para o MD, não foi um port (o arcade ganhou uma continuação única também). O sistema de magias também foi melhorado, agora é possível escolher o nível de magia que se quer lançar, através do tempo que se mantém segurada a tecla de magia (A). É uma continuação que vale muito a pena, apesar de muitos a considerarem excessivamente parecida com o primeiro jogo, quase uma expansão do mesmo.

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GOLDEN AXE III
O maior avanço desse terceiro jogo é que em dados momentos há encruzilhadas em que você pode escolher entre dois caminhos por qual vai continuar, o que dá fator replay ao jogo. Há também, agora, técnicas de dupla e pode-se inclusive usar as barras de magia dos dois jogadores em uma magia só. Há também agora um comando de bloqueio (defesa) e uma técnica exclusiva de cada personagem. Mas em compensação o sistema de magias voltou a ser como no primeiro jogo. Pelo menos a música continua boa, diferentemente da música do terceiro Streets of Rage. A música e a arte estão tão bons quanto jamais estiveram. O mundo do jogo tem mais fantasia do que antes, e a arte talvez seja um pouco menos marcante, mas na minha opinião o jogo é mais único do que os outros Golden Axe quando comparado a outros jogos de porradaria medievais. Só achei as montarias muito pouco inspiradas, não tem o carisma das montarias dos dois jogos anteriores. Os personagens também são todos novos, e eu senti falta dos já clássicos mas também gostei dos novos. Outra novidade é a presença de reféns nas fases e vidas extras podem ser ganhas resgatando certas quantidades deles. GA3 não foi lançado fora do Japão para o MD.

Melhores Jogos de Plataforma 11 11America/Bahia maio 11America/Bahia 2012

Posted by bluepasj in dym, LISTAS.
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Mais uma lista aqui nesse blog perdido nas ondas da internet. Relembrando alguns jogos incríveis feitos para esse videogame perdido nas ondas do tempo. Falando de ondas de maneira idiota.

Vamos à lista:

 Sonic The Hedgehog000 Sonics: Obviamente o mais popular e mais conhecido, principalmente por que continuou sua existência enquanto muitos outros falharam (alguns deles miseravelmente), Sonic fez sua fama em cima do fato de ser rápido. Mas ele está aqui por que não deixou de ser um plaftormer genial, sempre com grandes momentos, a jogabilidade mais intuitiva de sempre e grandes qualidades técnicas. E toda a quadrilo(trilo)gia clássica mantém o nível.

Pitfall: Jogo clássico de uma série clássica, que influencia até hoje em muitos Pitfall - The Mayan Adventure000 jogos famosos. Levava as plataformices a um outro nível, incrementando muitas idéias de uma aventura na selva. Além disso, ganhou os corações daqueles famintos por desafios, com sua dificuldade.

 Castlevania - Bloodlines000Castlevania: O Castlevania Bloodlines é um dos mais sangrentos Castlevanias de outrora. Mas além disso, apresenta muitos pulos medidos e desafios baseados na habilidade jogabilística do jogador. Agora abusando do prefixo jogar. Bloodlines apresenta muitos efeitos daqueles famosos na época, como rotação, por exemplo, e eles são usados para incrementarem e melhorarem o elemento plataforma. E realmente funcionam muito bem.______

Mickey Mania - Timeless Adventures of Mickey Mouse (E) [!]000

Quack Shot Starring Donald Duck000

Mickey & Donald: Quackshot,  Castle of Illusion, World of Illusion, Mickeymania e Maui Mallard fazem parte de um seleto grupo de jogos. Os jogos da Disney. E por mais que vários elementos estejam e sua composição, plataformas é um dos mais eminentes em todos os supra-citados. Sem deixar de lado a diversão e o maravilhamento causado pela experiência.

B.O.B000 Bob: O robozinho simpático da EA se apresenta em um jogo curto, repleto de boas idéias mal utilizadas, mas ainda assim uma experiência válida. Apesar de que, sinceramente, parece um jogo inacabado.________________________________________________________

Misadventures of Flink000 Flink: O maior representante vivo dos adventures do meguinha. Misadventures of Flink, sendo um port de Amiga, apresenta gráficos estonteantes e alguns efeitos especiais. E também muitas plataformas que são um convite para a morte num buraco sem fundo. Idéias geniais estão salpicadas aqui e acolá.

Ristar000 Ristar: Plataformas é o termo do qual estou começando a me cansar nesse instante com algo mais. A habilidade da estrelinha malandra (é assim que as revistas de antigamente falavam. Tente não rir) de agarrar os objetos e certos lugares acrescentava muito à jogabilidade do jogo. E as novas maneiras de usar essa habilidade tão peculiar mantinham o jogo fresco (ui) do começo ao fim.__________________________

Aladdin000

Aladdin: Não podíamos nos esquecer do colecionador de prêmios da Virgin. Aladdin é, em sua essência, exatamente o que se espera de um jogo de gênero platform. E com características técnicas gigantescas, lembrando a cada segundo as qualidades artísticas do filme que o deu origem. E tudo funciona tão bem!

Lion King, The (UEJ) [!]000 Lion King: O próximo jogo baseado num filme da Disney é outro de seus maiores sucessos. E como todos os jogos relacionados à Disney na época, ele pertence à realeza 16-bitesca. Lion King é um jogo de plataformas diferente, com toda uma jogabilidade trabalhada no fato de se estar jogando com um leão (primeiramente Simba criança, depois adulto) na selva. As coisas fluem de uma maneira tão original, que arrisco dizer que esse pode ser o jogo mais único dessa lista.

jungle-book Jungle Book: Olha só, junte todos esses jogos da Disney da lista e vai ver o quanto eles eram incríveis. Depois venha aqui e me responda por que por muito tempo depois do fim dessa geração os jogos da Disney simplesmente não alcançavam essa qualidade. Baseado no filme O Livro da Selva (dã), JB é uma espécie de Pitfall indígena, e com certeza queremos mais disso.

Jelly Boy000 Jelly Boy: O jogo da geleinha rosa (ui²) não foi lançado, mas saiu a ROM dele post-mortem. Jelly tem muitas habilidades de transformação rosa chocantes úteis e que dão variedade ao gameplay._______________________________

Captain Havoc000 Havoc: Um dos jogos com menor qualidade dessa postagem. Captain Havoc é simples, sem muitas complicações, o básico dos básicos. Mas justamente por isso, apresenta todas as características do gênero-alvo.

Kid Chameleon (UE) Kid Chameleon: Outro personagem com capacidade para se transformar. Os gráficos do jogo são desapontadores e ele apresenta uma dificuldade elevada, além de muitos, mas muitos níveis (fases) e isso sem save ou password. Kid apela para máscaras especiais para ganhar habilidades diferentes para passar das fases, e essa é uma idéia genialmente bem executada.

Radical_Rex_-_1994_-_Activision Radical Rex: Ouso dizer que é o jogo mais desconhecido da lista? Não sei. RR é psicodélico como a maioria dos jogos à época, permitindo a você encarnar na pele de um dinossauro radical que anda de skate. O jogo é divertido e tem algumas idéias refrescantes.

 

 

Daze Before Christmas000 Daze Before Christmas: Jogue com o Papai Noel (que se transforma em demônio(?)). Por mais inimaginável que possa parecer, esse jogo é bom, realmente funciona. Tem gráficos bonitos e a estranheza da idéia acrescenta valor à experiência.
Aero the Acro-Bat 2000

Aero the AcroBat 2: Provavelmente o jogo mais subestimado da lista. Isso talvez se deva ao primeiro e fraquíssimo Aero. Aero 2 é um jogão, de verdade, que não merecia ficar escondido e esquecido pela comunidade gamer como o foi. O morcego da Iguana Games é simpático e tem algumas habilidades (como seu pulo diagonal e queda brusca) que o diferem dos outros mascotes da época._________________________________________________

Zero - The Kamikaze Squirrel000 Zero the Kamikaze Squirrel: Vindo do mesmo universo que o Aero (novamente pela Iguana Games), Zero não tem tanta qualidade, concorrendo com Havoc o título de pior. Ainda assim, pelo menos Zero tem habilidades e características originais, embora estranhas demais para que se acostume a elas. Mas eu não joguei muito, então posso estar errado._________________________________________________


Prince of Persia:
Outro dos grandes influenciadores do gênero, PoP se vale de um senso alto de verossimilhança para construir sua jogabilidade rica em pulos perfeitos e lutas de espadas.

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Garfield - Caught in the Act000

Garfield: Outro jogo de plataforma esquecido pelo tempo (e pelos jogadores), o jogo do gato amante de lazanha é bem divertido, apesar de curto. Os sprites foram desenhados pelo próprio Jim Davis o autor do Garfield.

TinHead: Joguinho estranho, difícil pra caramba, mas muito bacana e com gráficos muito bonitos. Na jogabilidade, você tem três opções de modo de tiro que você alterna. Pra cima, pra frente e saltitante. Esse é o diferencial do jogo, além das frases psicodelica e LSD-amente únicas._________________________________________

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Socket: Espécie de clone do Sonic. Apresenta algumas idéias muito boas e ótimos gráficos. A primeira fase pode afugentar as pessoas, ela é muito confusa, mas na segunda as coisas já melhoram muito. É um platformer bastante eficiente.

Rocket Knight Adventures: Sparkster é o mascote da Konami, aparecendo nesse jogo e na seqüência que leva seu Rocket Knight Adventures_May20 16_10_25nome. Um jogo rápido e criativo, que lembra levemente o Sonic e tem uma temática incomum para a época, pelo menos em relação a jogos de plataforma, essa coisa de cavaleiro e tal. Os gráficos também são muito bonitos e agradáveis. Há que se mencionar que a dificuldade é um pouco elevada.

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Outros jogos que tem um forte elemento de plataforme são Monster World 4, Crusader of Centy, Gunstar Heroes e Landstalkers.

Bom, na verdade, por serem em sua grande maioria side-scrollers, quase todos os jogos do Mega (da geração 16-bits) são jogos de plataforma.

Evolução – Mortal Kombat 9 09America/Bahia maio 09America/Bahia 2012

Posted by bluepasj in EVOLUÇÃO, Uncategorized.
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mkombat Mortal Kombat: O começo de tudo. O jogo que trouxe os gráficos digitalizados para os games (e com isso mais realismo do que se poderia imaginar antes). Pelo menos, o primeiro game digitalizado que, de verdade, deu certo. Tanto que muitos outros jogos que vieram depois não chegaram nem perto da qualidade do MK. Nem mesmo os capazes rapazes (rimou) da Naughty Dog que criaram Crash Bandicoot conseguiram fazer algo tão belo (estou falando do primeiro jogo deles, um horrendo jogo de luta 2D digitalizado). Mas voltando ao assunto, MK também acrescentou muita violência à mistura, principalmente com os famigerados fatalities. Mas não foi só nisso que MK inovou. Muito embora tenha influência de Street Fighter em sua básica concepção de um-contra-um, MK é um jogo completamente diferente, e de uma maneira funcional. Nenhum outro jogo de luta depois de SF conseguiu se soltar tanto dos grilhões estilísticos daquele jogo que deu origem aos jogos de luta vs (baseados em gerenciamento de espaço). Explico. Primeiramente, existem poucos golpes em MK que são feitos usando meia-luas, e MK implementou os golpes feitos com toques (um pra trás, um pra frente; dois pra trás, um pra baixo; pra baixo, pra cima; etc.). Não apenas isso, como acrescentou o gancho, um botão (inútil) de defesa (sem ser apertando na direção contrária ao inimigo (pra trás)) e isso sem mencionar os fatalities. E eu não deixo de notar que os pulos de MK são mais realísticos. As pessoas pulam girando, e não retas igual nos SF. Outra coisa que diferencia MK do SF são os golpes especiais com algum efeito além de dano. Sub-Zero congela o inimigo; Scorpion puxa ele para si… isso é outro elo quebrado com sucesso por MK em relação a SF e, em conseqüência, com todos os outros jogos de luta da época. Por isso ele travou uma guerra com SF, por serem os dois que eram criadores e imitados (por mais que MK beba da fonte de SF às vezes). No quesito da relação comparativa entre os MKs, esse primeiro passo tem um clima mais leve do que os outros, mas ainda assim macabro. A conversão do arcade para MD também ficou bastante satisfatória, manteve tudo que o jogo tinha de bom, inclusive o sangue (através de código(?!)). E a jogabilidade também está bacana. P.S.: história de MK supera quase todos os outros jogos da época.

ZmBiFKwO9CzTwqz Mortal Kombat 2: Já na segunda iteração uma grande diferença (embora não na prática (diga-se: gameplay)). Um clima mais sombrio do que o do primeiro, mas mantendo tudo que caracterizou aquele jogo. Personagens novos aparecem, mas uma das principais do 1º jogo, Sonya Blade, está ausente, pois foi seqüestrada. Os novos personagens e o clima mais ‘dark’ dão um tom totalmente novo ao segundo jogo da série.

Mortal Kombat 3 (2) Mortal Kombat 3: GIGANTESCA diferença de tudo que foi apresentado até agora. Inclusive, gerou uma ruptura na fan-base. Mas vamos por partes. Por que há tanta diferença assim? R.: O clima foi um pouco urbanizado nesse jogo, aparecendo cidades atuais e, inclusive, robôs. Nada disso condiz com os templos, florestas, esgotos e monges que vinham sendo apresentados até então. Além do mais, até a jogabilidade teve diferenças, já que foram acrescentados ao sistema combos (embora eu questione sua utilidade). Também foram inclusas novas finalizações, como os (hilários) friendships. Tudo isso fez com que algumas pessoas (a maioria?) dissessem que a série se deteriorou a partir desse 3º jogo, enquanto que outros (talvez os que conheceram a série desse jogo em diante) consideram esses os melhores da série. Esse segundo é o meu caso, mas estou ciente de que o consenso geral sobre os MKs clássicos é de que o segundo é o melhor de todos, mas não na versão Mega Drive, que foi considerada uma má conversão. De qualquer maneira, os gráficos e sons desse terceiro jogo estão melhores do que nunca. Principalmente a parte sonora, Dan Forden deu um show aqui. A jogabilidade também tem uma sensação mais feroz, mais agressiva, sente menos cadenciada do que nos jogos antigos. Para complementar a nova natureza selvagem dos combates, foi adicionado também um botão de corrida. Outra novidade são os cenários que tem várias camadas: você dá/leva um soco e vai parar num lugar diferente.

ultimate mortal kombat 3 Ultimate Mortal Kombat: O último (oficial) deles lançado para o pretinho-16 da Sega. UMK é, em minha humilde opinião o melhor de todos. Muitos consideram ele o melhor, também, inclusive um dos criadores da série. Na verdade, a coroa parece se dividir entre o 2 e o Ultimate, embora muita gente prefira o 3, por considerar que o Ultimate tem alguns excessos. O que eu acho é que o UMK apresenta uma grande quantidade de conteúdo, e isso é muito bom. Por outro lado, há uma enorme quantidade de combos infinitos que até um leigo em fighting games como eu (mesmo assim meu gênero favorito) nota. E há os palete swaps, os tão criticados palete swaps. Personagens com o mesmo sprite, apenas com as cores modificadas. Eu não achei isso tão prejudicial assim, principalmente por que existem diferenças na jogabilidade dos diferentes personagens que valem a pena escolher um ou outro. O sistema de combos retorna, finalizações diferentes também… na verdade o Ultimate é um update do 3, uma expansão do 3, tanto é que se chama UMK3.

Gráficos no Mega Drive (Melhores de Todos os Tempos) 1 01America/Bahia dezembro 01America/Bahia 2011

Posted by bluepasj in CURIOSIDADES, LISTAS.
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Seguindo uma idéia que eu encontrei pela internet (IGN), mas que se relacionava apenas aos videogames mais atuais, decidi fazer uma versão Mega-Driviana dessa lista. Aqui vai!

Pulo Gráfico Mais Memorável: Este é o jogo com os visuais tão bons, que mudaram sua maneira de ver o console. Repentinamente, o verdadeiro poder do sistema é revelado, e antigas expectativas são deixadas na poeira.

Sonic the Hedgehog: O killer app que a Sega apresentou para não só intimidar Mario  & cia., mas também mostrar todo o potencial adormecido do console. Principalmente seu trunfo, a velocidade que pôde ser vista em quase todos os jogos do console negro da Sega.

Excelência Técnica: Este é o jogo que melhor capitalizou no hardware de um ponto de vista visual. Esta é uma desenvolvedor que sabe o sistema por dentro e por fora e tira dele cada partícula de performance e beleza visual.

Gunstar Heroes: O jogo que veio mostrar que o Mega não era só o que acreditavam que era. Apresentou efeitos visuais afamados na época e que muitas vezes não se acreditava que o MD era capaz. A Treasure realmente tirou tudo que o Mega tinha pra dar!

Servindo Uma Visão Criativa: Este jogo usou os visuais para servir a um fim altamente criativo ou em conjunção com um conceito expansivo.

Comix Zone: Esse jogo não seria tão único se não fossem pelos seus visuais emulando perfeitamente o clima de um gibi.

Piores Visuais: Este é o jogo que melhor mostrou como não trabalhar no hardware. Tenha em mente que estamos escolhendo vencedores nessa categoria entre jogos bem conhecidos – todo sistema tem seus jogos terrificamente obscuros, mas nós queremos mostrar o que os desenvolvedores poderiam ter feito – e sabido – melhor.

Altered Beast: Nada me vem à mente além de um dos primeiros jogos do Meguinha, o que justifica muita coisa, mas não tudo. Além do mais, ele foi o primeiro bundle (cartucho que vem com o console), e ainda assim se parece demais com um jogo de Master System, não justificando o pulo deste para o supostamente mais avançado Mega Drive. Até mesmo pode-se dizer que perde para alguns jogos 8-bits.