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Castlevania Bloodlines – Entrevista com Desenvolvedores 1 01America/Bahia março 01America/Bahia 2017

Posted by bluepasj in ENTREVISTAS, GENESISTÓRIAS, Traduções.
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bloodlinesscivgreece1Esta entrevista curta com três dos membros do desenvolvimento de Castlevania Bloodlines (ou Vampire Killer) esteve originalmente na revista BEEP! Megadrive em 1994. Foi feita no meio do desenvolvimento (seguida a um atraso).

Toshiki Yamamura – Programador/Cenário
Teisaku Seki – Designer Principal (gráficos)
Michiru Yamane – Compositora

Como está indo o desenvolvimento de Vampire Killer? Por que vocês tiveram que atrasar o lançamento?
Yamamura: Os sistemas de jogabilidade estão quase finalizados, mas estamos dando nosso melhor agora para dar um polimento extra para que os jogadores fiquem satisfeitos.
Yamane: Sim, todos no time querem lançar algo que faça os jogadores pensarem “Com certeza estou satisfeito de comprar isso!”. Nós também não queremos prejudicar o mercado do Mega Drive lançando um produto mais ou menos.
Yamamura: Nosso conceito para esse jogo é um certeiro e exato “Castlevania de Mega Drive”. A razão pela qual não usamos o título tradicional Akumajo Dracula [o título de Castlevania no Japão] é que queríamos nos desafiar a apresentar um novo estilo e tempero para a série: veloz e cheio de ação, enquanto ainda mantínhamos o aspecto estratégico de Castlevania anteriores. Além disso, os jogos prévios eram todos limitados a locações dentro ou em volta do castelo de Drácula, o que significa que haviam muitas coisas que não podíamos fazer. Não posso dar detalhes agora, mas preparamos muitas coisas para surpreendê-lo. O mapa também foi planejado com rotas múltiplas, e cada personagem tem sua própria jogabilidade.
Teisaku: 8M não é muito espaço para trabalhar, mas conseguimos criar objetos grandes e animados, e muitas outras setpieces que devem fazê-lo dizer “uau”. A paleta de cores foi outro desafio a superar, mas conseguimos usá-la para criar uma atmosfera única. Se assegure de reparar nisso.
Yamane: A música carrega o estilo dos jogos anteriores da série. Eu pessoalmente amo síntese em FM, então foi um desenvolvimento fácil para mim. (risos)
Yamamura: As canções são realmente ótimas.

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O time de Vampire: Killer Michiru Yamane, Toshiki Yamamura e Teisaku Seki

É de meu entendimento que há dois personagens jogáveis dessa vez, John Morries e Eric Lecarde?
Yamamura: O chicote obviamente é inseparável da série Castlevania, mas queríamos fazer algo único para o Mega Drive, então adicionamos um personagem que usa uma lança. Se você se especializar nos movimentos de lança de Eric, as lutas devem ser fáceis. Colecionar todos os power-ups de armas deve fazê-las muito mais fáceis também. Entretanto, se você achar Vampire Killer fácil demais para você, tente a versão ocidental, Castlevania Bloodlines. É tipo a versão apimentada de Vampire Killer, em termos de dificuldade.
Como você pode provavelmente entender do fato de que Vampire Killer se situa em uma era diferente daquela dos jogos prévios, o cenário é único do Mega Drive, e é minha concepção pessoal da série Dracula. Na minha mente há uma trilogia ou estrutura tríplice para a saga Dracula, e este jogo se situa no segundo ato. É claro, sou um grande fã dos Castlevania anteriores também, então eu queria continuidade em termos de estilo e imagem. Eu queria que os jogadores vissem Vampire Killer como minha interpretação pessoal do cânon. Fui muito influenciado pelo trabalho de Hideyuki Kikuchi [famoso por Vampire Hunter D, entre outros].
Teikaku: Sim, e esse tipo de mundo precisa de inimigos com muitos detalhes. Nós usamos muita memória, mas conseguimos fazer animações bastante intrincadas.

Para terminar, por favor compartilhe alguns dos outros desafios que vocês enfrentaram até agora.
Yamamura: Para ser honesto, até recentemente nossos infortúnios foram tão numerosos que honestamente nos perguntamos se não estávamos amaldiçoados… Tudo começou com essa tapeçaria maligna que penduramos na sala de desenvolvimento para dar atmosfera. Todo mundo disse para tirar, mas eu recusei e ao invés disso afixei alguns ofuda [um tipo de talismã ou amuleto] para afastar o mal. Tenho que colocar mais depois disso. (risos)

Fonte: Shmuplations

Melhores Jogos de Plataforma 11 11America/Bahia maio 11America/Bahia 2012

Posted by bluepasj in dym, LISTAS.
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Mais uma lista aqui nesse blog perdido nas ondas da internet. Relembrando alguns jogos incríveis feitos para esse videogame perdido nas ondas do tempo. Falando de ondas de maneira idiota.

Vamos à lista:

 Sonic The Hedgehog000 Sonics: Obviamente o mais popular e mais conhecido, principalmente por que continuou sua existência enquanto muitos outros falharam (alguns deles miseravelmente), Sonic fez sua fama em cima do fato de ser rápido. Mas ele está aqui por que não deixou de ser um plaftormer genial, sempre com grandes momentos, a jogabilidade mais intuitiva de sempre e grandes qualidades técnicas. E toda a quadrilo(trilo)gia clássica mantém o nível.

Pitfall: Jogo clássico de uma série clássica, que influencia até hoje em muitos Pitfall - The Mayan Adventure000 jogos famosos. Levava as plataformices a um outro nível, incrementando muitas idéias de uma aventura na selva. Além disso, ganhou os corações daqueles famintos por desafios, com sua dificuldade.

 Castlevania - Bloodlines000Castlevania: O Castlevania Bloodlines é um dos mais sangrentos Castlevanias de outrora. Mas além disso, apresenta muitos pulos medidos e desafios baseados na habilidade jogabilística do jogador. Agora abusando do prefixo jogar. Bloodlines apresenta muitos efeitos daqueles famosos na época, como rotação, por exemplo, e eles são usados para incrementarem e melhorarem o elemento plataforma. E realmente funcionam muito bem.______

Mickey Mania - Timeless Adventures of Mickey Mouse (E) [!]000

Quack Shot Starring Donald Duck000

Mickey & Donald: Quackshot,  Castle of Illusion, World of Illusion, Mickeymania e Maui Mallard fazem parte de um seleto grupo de jogos. Os jogos da Disney. E por mais que vários elementos estejam e sua composição, plataformas é um dos mais eminentes em todos os supra-citados. Sem deixar de lado a diversão e o maravilhamento causado pela experiência.

B.O.B000 Bob: O robozinho simpático da EA se apresenta em um jogo curto, repleto de boas idéias mal utilizadas, mas ainda assim uma experiência válida. Apesar de que, sinceramente, parece um jogo inacabado.________________________________________________________

Misadventures of Flink000 Flink: O maior representante vivo dos adventures do meguinha. Misadventures of Flink, sendo um port de Amiga, apresenta gráficos estonteantes e alguns efeitos especiais. E também muitas plataformas que são um convite para a morte num buraco sem fundo. Idéias geniais estão salpicadas aqui e acolá.

Ristar000 Ristar: Plataformas é o termo do qual estou começando a me cansar nesse instante com algo mais. A habilidade da estrelinha malandra (é assim que as revistas de antigamente falavam. Tente não rir) de agarrar os objetos e certos lugares acrescentava muito à jogabilidade do jogo. E as novas maneiras de usar essa habilidade tão peculiar mantinham o jogo fresco (ui) do começo ao fim.__________________________

Aladdin000

Aladdin: Não podíamos nos esquecer do colecionador de prêmios da Virgin. Aladdin é, em sua essência, exatamente o que se espera de um jogo de gênero platform. E com características técnicas gigantescas, lembrando a cada segundo as qualidades artísticas do filme que o deu origem. E tudo funciona tão bem!

Lion King, The (UEJ) [!]000 Lion King: O próximo jogo baseado num filme da Disney é outro de seus maiores sucessos. E como todos os jogos relacionados à Disney na época, ele pertence à realeza 16-bitesca. Lion King é um jogo de plataformas diferente, com toda uma jogabilidade trabalhada no fato de se estar jogando com um leão (primeiramente Simba criança, depois adulto) na selva. As coisas fluem de uma maneira tão original, que arrisco dizer que esse pode ser o jogo mais único dessa lista.

jungle-book Jungle Book: Olha só, junte todos esses jogos da Disney da lista e vai ver o quanto eles eram incríveis. Depois venha aqui e me responda por que por muito tempo depois do fim dessa geração os jogos da Disney simplesmente não alcançavam essa qualidade. Baseado no filme O Livro da Selva (dã), JB é uma espécie de Pitfall indígena, e com certeza queremos mais disso.

Jelly Boy000 Jelly Boy: O jogo da geleinha rosa (ui²) não foi lançado, mas saiu a ROM dele post-mortem. Jelly tem muitas habilidades de transformação rosa chocantes úteis e que dão variedade ao gameplay._______________________________

Captain Havoc000 Havoc: Um dos jogos com menor qualidade dessa postagem. Captain Havoc é simples, sem muitas complicações, o básico dos básicos. Mas justamente por isso, apresenta todas as características do gênero-alvo.

Kid Chameleon (UE) Kid Chameleon: Outro personagem com capacidade para se transformar. Os gráficos do jogo são desapontadores e ele apresenta uma dificuldade elevada, além de muitos, mas muitos níveis (fases) e isso sem save ou password. Kid apela para máscaras especiais para ganhar habilidades diferentes para passar das fases, e essa é uma idéia genialmente bem executada.

Radical_Rex_-_1994_-_Activision Radical Rex: Ouso dizer que é o jogo mais desconhecido da lista? Não sei. RR é psicodélico como a maioria dos jogos à época, permitindo a você encarnar na pele de um dinossauro radical que anda de skate. O jogo é divertido e tem algumas idéias refrescantes.

 

 

Daze Before Christmas000 Daze Before Christmas: Jogue com o Papai Noel (que se transforma em demônio(?)). Por mais inimaginável que possa parecer, esse jogo é bom, realmente funciona. Tem gráficos bonitos e a estranheza da idéia acrescenta valor à experiência.
Aero the Acro-Bat 2000

Aero the AcroBat 2: Provavelmente o jogo mais subestimado da lista. Isso talvez se deva ao primeiro e fraquíssimo Aero. Aero 2 é um jogão, de verdade, que não merecia ficar escondido e esquecido pela comunidade gamer como o foi. O morcego da Iguana Games é simpático e tem algumas habilidades (como seu pulo diagonal e queda brusca) que o diferem dos outros mascotes da época._________________________________________________

Zero - The Kamikaze Squirrel000 Zero the Kamikaze Squirrel: Vindo do mesmo universo que o Aero (novamente pela Iguana Games), Zero não tem tanta qualidade, concorrendo com Havoc o título de pior. Ainda assim, pelo menos Zero tem habilidades e características originais, embora estranhas demais para que se acostume a elas. Mas eu não joguei muito, então posso estar errado._________________________________________________


Prince of Persia:
Outro dos grandes influenciadores do gênero, PoP se vale de um senso alto de verossimilhança para construir sua jogabilidade rica em pulos perfeitos e lutas de espadas.

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Garfield - Caught in the Act000

Garfield: Outro jogo de plataforma esquecido pelo tempo (e pelos jogadores), o jogo do gato amante de lazanha é bem divertido, apesar de curto. Os sprites foram desenhados pelo próprio Jim Davis o autor do Garfield.

TinHead: Joguinho estranho, difícil pra caramba, mas muito bacana e com gráficos muito bonitos. Na jogabilidade, você tem três opções de modo de tiro que você alterna. Pra cima, pra frente e saltitante. Esse é o diferencial do jogo, além das frases psicodelica e LSD-amente únicas._________________________________________

Socket_Screenshot_4129

Socket: Espécie de clone do Sonic. Apresenta algumas idéias muito boas e ótimos gráficos. A primeira fase pode afugentar as pessoas, ela é muito confusa, mas na segunda as coisas já melhoram muito. É um platformer bastante eficiente.

Rocket Knight Adventures: Sparkster é o mascote da Konami, aparecendo nesse jogo e na seqüência que leva seu Rocket Knight Adventures_May20 16_10_25nome. Um jogo rápido e criativo, que lembra levemente o Sonic e tem uma temática incomum para a época, pelo menos em relação a jogos de plataforma, essa coisa de cavaleiro e tal. Os gráficos também são muito bonitos e agradáveis. Há que se mencionar que a dificuldade é um pouco elevada.

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Outros jogos que tem um forte elemento de plataforme são Monster World 4, Crusader of Centy, Gunstar Heroes e Landstalkers.

Bom, na verdade, por serem em sua grande maioria side-scrollers, quase todos os jogos do Mega (da geração 16-bits) são jogos de plataforma.

Jogos Para Jogar de Novo e de Novo 17 17America/Bahia novembro 17America/Bahia 2010

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Jogos para Jogar de Novo e de Novo:

Série Sonic: Sempre nas listas, Sonic tem um fator replay alto pelo grande número de caminhos diferentes nas fases.

Série Street Fighter 2: Com seus finais particulares de cada personagem e o modo de 2 players, é um jogo para se jogar várias vezes.

Gunstar Heroes: Só pelo seu ritmo já vale a rejogada. Ainda mais com a possibilidade de jogar de 2 com um parceiro diferente. E escolher um personagem diferente de um total de 4. E tem também as fases diferentes que podem ser conseguidas nos dados mais pra frente.

Toejam e Earl: Tem um altíssimo fator replay devido ao modo de fases aleatórias.

Série Mortal Kombat: Séries de luta tem o looping de se poder jogar com personagens diferentes. E MK é MK. Tem os fatalities diferentes que podem ser feitos e, no 1, finais diferentes para personagens diferentes.

Série Streets of Rage: Além de poder jogar com um parceiro de jogatina diferente, cada um de vocês pode escolher um personagem diferente e meter a porrada em alto estilo.

Série Golden Axe: Outro game em que a rejogabilidade está em escolher personagens diferentes e, mais pra frente nos jogos mais avançados, escolher um caminho diferente nas fases.

Contra: Quase tão frenético quando Gunstar Heroes, há tantas coisas que podem sair diferentes no meio da jogatina que cada vez que se joga é uma nova experiência de jogo.

Mercs: Dois modos de jogo completamente diferentes. Um com personagens variáveis. E armas variáveis. Mais nada a dizer.

Castlevania Bloodlines: Dois personagens diferentes asseguram a diversão dupla.

California Games: Jogar de grupo todos contra todos. Fazer grupos diferentes. Fazer novas experiências de jogo.

Yuyu Hakusho Sunset Fightrs/Maykyo Toitsusen (Com adaptador): Jogar com 4 pessoas contra ao mesmo tempo na tela. É isso.

TMNT: Hyper Stone Heist é um jogo para se jogar de novo e de novo, de um e de dois, com cada um dos quatro personagens diferentes.

Série Road Rash: Também tem várias possíveis variações durante as corridas, que asseguram o replay divertido.

Continuações de Jogos de Genesis 18 18America/Bahia setembro 18America/Bahia 2010

Posted by bluepasj in dym, LISTAS.
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*Dark Savior: DS é a continuação do game Landstalkers, feita para

Saturn. Aparentemente, é tão bom quanto o primeiro, mas também muito igual, sem muita evolução.

*Legend of Oasis: Obviamente, é a continuação de Beyond Oasis, também para Sega Saturn. É quase uma expansão do original, de tão parecido que é. Na verdade é um prequel do BO.

*Shinobi: Um game de Shinobi para Saturn e um de Play2. O de Play não fede nem cheira. Por isso mesmo não está à altura do grande clássico. Tinha uma espada que comia sua energia como diferencial. Esse tem uma continuação, também para PS2 chamada Nightshade. Tem também o Shinobi 3DS do 3DS (dã).

*Streets of Rage: Iria ser lançado para o Sega Saturn, produzido por uma empresa chamada Core Design. Entretanto, houve um desentendimento com a Sega, o projeto foi cancelado, a Core o modificou e o lançou para Playstation. É a série Fighting Force.

*Toejam e Earl: Foi criado um game de TeE para X-Box, mas não fez muito sucesso. A maior crítica feita pela imprensa especializada sobre o game foi sobre o fato de a câmera ser muito de cima, te dando um campo de visão muito limitado. Em 2017 está para ser lançado através de financiamento no Kickstarter um novo jogo, Back in the Groove.

*Vectorman: Ia ser lançado um jogo do robô da Sega pra o Playstation 2 mas, por algum motivo, foi cancelado.

*Altered Beast: Foi lançado um game da série para PS2, considerado um jogo muito ruin.

*Golden Axe: Teve outras duas versões. Uma para PS2 e uma para os consoles next-gen x360, ps3 e wii. Nenhuma agradou.

*Sonic: Sonic ficou fora da geração 32-bit, exceto por um game de corrida legal para Saturn, não-feitopela Sega. Depois, voltou com tudo em Sonic Adventure 1 e2, para Dreamcast, jogos muito bons, apenas um pouco abaixo dos jogos originais, o que é uma coisa maravilhosa. Depois, a Sega deixou de ser empresa de consoles e Sonic teve vários games ruins.

*Eternal Champions 3: Havia planos para um EC3, que seria explêndido, pelo que se pode ler do que se acha na internet (em inglês, em sua maioria). Mas, em favor de Virtua Fighter, a Sega cancelou esse projeto. Agora me responde: os dois não poderiam ter sido lançados? Quem quisesse VF o compraria. Quem quisesse EC compraria ele. E ainda haveria quem iria querer os dois. A Sega perdeu a confiança em seus produtos na época do Saturn? Por quê quase nenhum dos games-sucesso do Genesisforam continuados? Mistério.

*Phantasy Star: Phantasy Star é um dos games que pularam o Saturn (!). mas veio arrasando no Dreamcast, sendo o 1º RPG online para consoles de mesa. Hoje em dia, aparentemente, OS é uma auto-cópia. Quem sabe um dia não fazem uma série Phantasy Star tão boa quanto a saga de Algol.

*Ecco the Dolphin: Ecco teve um jogo com gráficos magníficos para o DC. Havia uma certa dificuldade elevada em não saber para onde ir durante o jogo, mas fora isso, era uma aventura muito acima da média.

*Rent-a-Hero: O game que, na geração Mega, ficou perdido no Japão sem tradução, teve o mesmo destino no 128-bit daSega. Também foi lançado, mais tarde, para X-Box.

*Splatterhouse: Teve um jogo novo lançado para X-Box 360 e PS3. Não fez tanto alarde.

*Sparkster: Foi lançado pra ser baixado nos novos consoles um game 2D HD. Chamado simplesmente Rocket Knight, é uma continuação de Sparkster 2 para Mega Drive.

*Gunstar Heroes: GH teve um game para GBA, chamado Gunstar SuperHeroes, e também tem um game que é praticament uma seqüência espiritual/clone para PSX, chamado Gunners Heaven.

*Castlevania Bloodlines: Castlevania Portrait of Ruin do Nintendo DS é uma espécie de continuação de Bloodlines no sentido de que você joga com o filho de John (um dos personagens de Bloodlines) e há muitas referências ao Castlevania de Mega Drive.

*Virtua Fighter: VF continua sendo o que sempre foi. Uma espécie de Street Fighter dos fighting games 3D. É considerado pela grande maioria de gamers fãs de luta em 3D como o melhor de sua categoria.

*Road Rash: Depois do sucesso na época Genesis/PC/3DO, se perdeu em meio a vários jogos ruins para várias plataformas.

*Fifa: A série de futebol nunca conseguiu superar a concorrente da Konami em popularidade, mas mesmo assim ainda é um dos mais importantes jogos de futebol.

*Chakan: Iria ser lançado um jogo da franquia para Dreamcast, mas foi cancelado.

*Comix Zone: Havia planos para uma versão 3D do game de Sketch Turner, que iria ser lançada para Saturn. Outro triste cancelamento.

*Outrun: Teve um game nessa geração (PS360), que foi bem recebido.

*Epic Mickey 2: Power of Illusion: Foi lançada para o 3DS a continuação do clássico Castle of Illusion.

*Hard Corps Uprising: Prequel de Contra Hard Corps feita pela Arc System Works para PSN e XBLA.

…Isso sem contar as cont. de games famosos como MK e SF, que nem vale mencionar.

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