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Os Jogos que Viraram Filme 23 23America/Bahia agosto 23America/Bahia 2014

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Vários jogos da biblioteca do Meguinha se tornaram grandes hits do cinema (só que não, mas eles viraram filmes, de qualquer jeito ou coisas que parecem filmes). Sempre Geralmente ridículos e sem noção, eram a vergonha de todo gamer. E se não eram, bem, deveriam ser. Geralmente esses filmes faziam sucesso, mesmo os piores deles. Sim, eram outros tempos, tempos mais inocentes, tempos onde a internet ainda não era o que é hoje. Mas vamos listá-los:

sfmStreet Fighter: E o primeiro que eu vou listar é o hit dos arcades e depois dos consoles, que teve um filme em 1994 estrelado por Jean-Claude van Damme, que fazia o papel do personagem Guile, que é o personagem principal do filme, mesmo que o personagem principal dos jogos seja o Ryu. O filme conta um história que eu particularmente prefiro à do game, o que não a impede de ser uma porcaria infiel. O filme é absurdamente ruim, e com certeza não vale a pena ser visto, a menos que a título de curiosidade. É curiosa a presença de van Damme, por um fator, Mortal Kombat, que se tornou o rival de SF, começou sua vida como um jogo de luta com o Van Damme digitalizado, e provavelmente iria ser um licenciado de algum fime dele. Isso até mesmo pode ser visto no MK final, onde até mesmo o golpe do Van Damme em O Grande Dragão Branco pode ser executado pelo Johnny cage. O filme conta ainda com o ator porto-riquenho Raul Julia, numa performance muito elogiada. O filme fez sucesso, apesar das críticas. A ponto de se ter feito dois jogos horríveis baseados nele. Um jogo de luta digitalizado para arcade e outro jogo de luta (diferente) digitalizado para PSX e Saturn.

dd

Double Dragon: O beat’em up da Technōs Japan, que era muito famoso na era 8 bits, teve uma versão para o Genesis. Essa versão, apesar de não ter sido atualizada para a nova geração, teve melhorias técnicas, principalmente em relação a slowdowns. Double Dragon 2 também foi lançado pro Meguinha, só que apenas no Japão.  Infelizmente, o port do arcade para o meguinha de DD2 é extremamente criticado por ter sido muito mal feito. O Mega ainda teve um port direto do Double Dragon 3. Além disso, foi lançado um jogo de luta nomeado Double Dragon 5, feito por outra empresa e não a Technōs. Com relação ao filme, a história foi totalmente mudada. No jogo temos dois irmãos (Billy e Jimmy) que confrontam uma gangue que raptou a donzela que é interesse amoroso de ambos (!). Enquanto isso, no filme tempos um cara do mal chamado Shuko e medalhão que dá super poderes. Além disso, o filme se passa num ambiente bem diferente do jogo, um futuro meio distópico. O filme foi e é (justamente) criticado por ser muito trash. Porém, ele gerou frutos. Um jogo spin-off de luta lançado para arcade MVS e Neo Geo. Esse jogo não é ruim.

tartaruga

TMNT: As Tartarugas Mutantes Ninjas Adolescentes (adoro esse nome!) são exatamente o que o nome denuncia. É outro beat’em up, por que afinal, que outro tipo de jogos eles adaptariam senão de luta? Os jogos são baseados na popular franquia que se iniciou nas HQs e se expandiu para todo tipo de mídia imaginável. Enfim, o filme apresenta tramas similares às dos jogos, pelo menos. Por incrível que pareça, esse conceito bizarro teve três filmes live-action.

moko

Mortal Kombat: Na minha opinião é o único jogo daquela época, entre esses da lista, que tinha uma trama adaptável. E o filme ficou muito bom, apesar dos efeitos especiais hoje em dia serem datados. Na verdade, o filme todo é muito “anos 90” e está inteiramente datado. A trama do filme é quase como se fosse uma adaptação direta do primeiro e do segundo jogos da série. O filme ainda apresenta o astro Christopher Lambert no papel de Raiden. Dirigido por Paul W.S. Andersen, o mesmo cineasta que viria a destruir adaptações de franquias de videogame futuramente, o filme é um grande acerto. As escolhas dos atores e as caracterizações dos mesmos ficaram perfeitas, além de que o filme se leva mais a sério do que as outras adaptações dessa lista. A única que se compara, talvez seja a das tartarugas ninjas, mas a origem delas é nas comics, ao contrário de MK. O filme também teve uma animação chamada Mortal Kombat The Journey Begins, um belo extra que continha histórias complementares a respeito do universo e um making off do filme. O sucesso que o filme fez, infelizmente originou a continuação, chamada Mortal Kombat Aniquilação. Esse segundo filme tenta adaptar a trama de Mortal Kombat 3, mas falha miseravelmente e serve apenas como fan-service trash. O filme gerou também um livro baseado nele. Por fim, a música-tema do filme se tornou muito famosa (e você provavelmente a conhece). Outra adptação live-action de MK é a horrenda série de TV Mortal Kombat A Conquista. Ainda derivou mais ou menos desse filme a série animada Defenders of the Realm, também horrível.

Dungeons and Dragons e Prince of Persia também tiveram filmes, mas obviamente que o filme de D&D tem uma história própria e não se conecta a nenhum dos jogos da série, muito menos a Warriors of the Eternal Sun, o D&D do Mega. E o filme de Prince of Persia se baseia nos novos jogos de PS2.

Evolução – Street Fighter 20 20America/Bahia agosto 20America/Bahia 2014

Posted by bluepasj in EVOLUÇÃO, Uncategorized.
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by yourepeat

Esse post, que eu enquadrei na categoria Evolução do blog, é praticamente um Dualidade, já que existem apenas dois jogos de SF para o Mega Drive, e eu os estarei comparando.

3_street-fighter-2-plus-champion-edition-8Street Fighter 2 Special Championship Edition: Baseado em não uma, mas duas versões de Street Fighter de Arcade, foi um dos melhores jogos de luta do Mega, por mais que não seja exclusivo (e tenha vindo mais tarde do que veio para a concorrência). É baseado no arcade Champion Edition, uma revisão de Street Fighter 2 que te permite jogar com os 4 chefes finais, e em Street Fighter 2 Turbo, que tinha vários adendos. Esse veio como um modo de jogo no Mega (o modo Hyper). Enfim, no modo Hyper, personagens ganham golpes a mais, como a Chun-Li, que ganha um projétil. E como pode ser notado nesse artigo, o desenvolvimento da versão caseira para Mega Drive foi controverso, a versão teve que ser totalmente recomeçada, e betas das versões descartadas podem ser encontrados na net. O fato é que a versão não ficou tão boa quanto poderia ter sido, mas ao mesmo tempo tem várias qualidades. Os gráficos tem um tom mais cartunesco, que combina bem com o jogo, as músicas estão ótimas, por que o chip sonoro do Mega se assemelha ao da máquina arcade. O Mega e muito bom com batidas e isso de uma intensidade muito legal na sonoridade do jogo. A jogabilidade está ótima, a tecla direcional do Mega é perfeita e a disposição das outras teclas também é parecida com o Arcade. Para coroar, a responsividade, como de praxe no MD, é suprema. Aqui há um porém, o Mega Drive foi lançado primeiramente com um joystick de três botões de ação apenas, o que fazia com que você tivesse que apertar Start pra alternar entre soco e chute. Felizmente isso foi consertado com o lançamento do controle de 6 botões, que futuramente se tornou o bundle do console e seu joystick oficial. Temos também um ponto fraco nas vozes, que são aquém da versão original, roucas, mas nada que atrapalhe a jogatina. Outro ponto negativo destacável é a (esperada) diminuição na profundidade de cores, devido à limitação do hardware do Mega Drive nesse quesito. Nada que estrague ou diminua o jogo, e pra mim dá até um charme e uma diferenciação. Entretanto, a versão Mega possui o exclusivo modo Group Battle. O cartucho tinha a impressionante (para a época) quantia de 24 Megabits. Vale notar também que a intro do jogo permanece intacta apenas na versão MD. Uma curiosidade é que nessa intro no arcade o cara que leva um soco é negro, e isso foi mudado na versão caseira para evitar acusações de racismo.

image that does it no justiceSuper Street Fighter 2 The New Challengers: A “continuação” de SF2 tem quatro lutadores a mais, e também traz várias mudanças nos movesets dos lutadores já existentes. Outra mudança perceptível é que agora os combos são contados e mostrados na tela, o que os dá mais importância. Esse port já foi melhor trabalhado do que o anterior, as vozes ficaram levemente melhores, a sonoridade também está ótima, embora que bastante aquém do que ficou a do jogo anterior, e os gráficos mais parecidos com os do arcade. Para tudo isso, o cartucho teve que ter 40 megabit, o que demonstra o zelo da Capcom com essa versão. E esse não é um post de compração entre versões, mas não posso deixar de notar que o sangue nos retratos de Continue foi retirado na versão SNES e várias músicas e efeitos sonoros tiveram que ser refeitos devido a limitações de hardware, o que torna a versão Mega mais fiel à do arcade (o que não é, em si, uma vantagem, apenas uma diferença). A versão Mega ainda tem (acessável através das options) o Super Mode, que ao contrário do modo default de jogo, aumenta o número de adversários no modo arcade de 12 para 16.

Joguei as duas versões, e ambas são ótimas. Pra mim é particularmente difícil escolher. Mas eu, quando tinha um Meguinha, preferi o Super Street Fighter, por ter mais conteúdo, e pra mim quanto mais melhor. Mas eu sinto que, num nível técnico, os gráficos do SF2 são mais bonitos.

Votação – Melhores Jogos de Mega Drive 13 13America/Bahia agosto 13America/Bahia 2011

Posted by bluepasj in dym, DYM AWARD, Top Games.
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The One Only Dym Choice Awards

Dym Awards

No espírito de uma premiação para os melhores jogos de Mega Drive, inclusive devido ao fato de ser um videogame oficialmente ‘morto’ e isso facilita a escolha definitiva, decidi fazer uma votação. Então eu peço por favor que votem e divulguem essa votação. No fim do ano (de 2011) eu vou revelar os resultados. Há uma observação que deve ser feita: cada jogo de uma série com uma numeração não especificada se refere à série como um todo. Por exemplo: Vectorman se refere tanto ao primeiro como ao segundo jogo. Vamos às votações, dividindo por categorias de votação. Por favor, votem!

Categoria Gêneros

Categorias Técnicas

Categorias Artísticas

Prêmio Principal

Jogos Para Jogar de Novo e de Novo 17 17America/Bahia novembro 17America/Bahia 2010

Posted by bluepasj in LISTAS.
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Jogos para Jogar de Novo e de Novo:

Série Sonic: Sempre nas listas, Sonic tem um fator replay alto pelo grande número de caminhos diferentes nas fases.

Série Street Fighter 2: Com seus finais particulares de cada personagem e o modo de 2 players, é um jogo para se jogar várias vezes.

Gunstar Heroes: Só pelo seu ritmo já vale a rejogada. Ainda mais com a possibilidade de jogar de 2 com um parceiro diferente. E escolher um personagem diferente de um total de 4. E tem também as fases diferentes que podem ser conseguidas nos dados mais pra frente.

Toejam e Earl: Tem um altíssimo fator replay devido ao modo de fases aleatórias.

Série Mortal Kombat: Séries de luta tem o looping de se poder jogar com personagens diferentes. E MK é MK. Tem os fatalities diferentes que podem ser feitos e, no 1, finais diferentes para personagens diferentes.

Série Streets of Rage: Além de poder jogar com um parceiro de jogatina diferente, cada um de vocês pode escolher um personagem diferente e meter a porrada em alto estilo.

Série Golden Axe: Outro game em que a rejogabilidade está em escolher personagens diferentes e, mais pra frente nos jogos mais avançados, escolher um caminho diferente nas fases.

Contra: Quase tão frenético quando Gunstar Heroes, há tantas coisas que podem sair diferentes no meio da jogatina que cada vez que se joga é uma nova experiência de jogo.

Mercs: Dois modos de jogo completamente diferentes. Um com personagens variáveis. E armas variáveis. Mais nada a dizer.

Castlevania Bloodlines: Dois personagens diferentes asseguram a diversão dupla.

California Games: Jogar de grupo todos contra todos. Fazer grupos diferentes. Fazer novas experiências de jogo.

Yuyu Hakusho Sunset Fightrs/Maykyo Toitsusen (Com adaptador): Jogar com 4 pessoas contra ao mesmo tempo na tela. É isso.

TMNT: Hyper Stone Heist é um jogo para se jogar de novo e de novo, de um e de dois, com cada um dos quatro personagens diferentes.

Série Road Rash: Também tem várias possíveis variações durante as corridas, que asseguram o replay divertido.

Dualidade: Street Fighter e Mortal Kombat 13 13America/Bahia setembro 13America/Bahia 2010

Posted by bluepasj in DUALIDADE.
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mortal kombatEmbora Street Fighter seja muitíssimo mais aclamada pela crítica e gamers que MK, eu prefiro a série da Midway. E vai ficar claro o porque. SF é uma série muito mais equilibrada, você costuma ter controle do seu personagem o tempo todo, você sempre sabe o que está fazendo, nunca é como ir berserk. Também, SF tem ótimos personagens, bons gráficos, boa trilha sonora, os games sempre tem uma boa evolução entre um e outro. Mas por outro lado, há trocentos personagens iguais ao Ryu e Ken com poucas mudanças e um zilhão de golpes iguais e os personagens pulam de uma maneira muito estranha, dura e irreal.street fighter 2

MK, por outro lado, tem um clima muito mais bem trabalhado, muito mais autenticado, mas é muito suscetível a combos infinitos e tem um botão para defesa que se torna um problema, impossível de ser utilizado, e lutar sem defesa é uma coisa ruin. Mas tem uma jogabilidade com muito mais nuances que o concorrente. Tem um ótimo e muito bem-vindo botão para correr, tem golpes com funções práticas como congelar, puxar ou deixar sem ação o oponente, mais personagens (na versão UMK) e mesmo os palette swaps (personanges com o mesmo char mas mudanças de cor) tem boas diferenças entre os golpes. Além disso, MK tem uma ótima trilha sonora, um ótimo número de personagens, um pulo mais realístico, mudanças de arena no meio da batalha, narração durante a luta às vezes e finalizações. E, mesmo que digam que MK é uma cópia, eu acredito que uma cópia possa ser melhor que o original se for uma evolução e uma incrementação sobre o original. MK tem alguns dos mesmos comandos de golpes especiais de SF, mas também tem seus próprios comandos, com toques em setas apenas (tipo, dois pra trás, dois pra frente e X).

É isso, uma eterna rivalidade que botou fogo na era de Snes e Mega e até hoje esses games são lembrados, mesmo que ambas as franquias se perderam de suas essências um pouco ou muito.

P.S.: Sobre as batalha das conversões, eu aprecio muito mais a versão SF2CE do Genesis que qualquer outra versão de SF, por ser a mais fiel aos árcades e isso a tornou muito boa, com a melhor sonoridade geral entre todas as conversões. E UMK do Genesis, porque tem a melhor sonoridade. Além disso, geralmente a jogabilidade é melhor no Genesis, sempre, devido ao clock maior do processador.

Porque Gostar de Mega Drive 1 01America/Bahia maio 01America/Bahia 2010

Posted by bluepasj in INUTILIDADES, LISTAS.
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Porque gostar do Mega Drive:
Streets of Rage: Não é só um beat’em up. Ele tem uma história interessante que cada coisinha no game corrobora. Ele um feeling, clima ou atmosfera de beco muito bem feito, em que música, personagens, inimigos, cenários… tudo é perfeito concordando com esse clima. Além de ter inovado seu estilo, com não só jogos de 2players, como técnicas especiais para esse modo. Pode ter começado na onda de Final Fight, mas depois FF teve que ir na onda desse aqui também.

Sonic: Obviamente quem criou Sonic tinha um tombo enorme por Pinball, tanto que o personagem é praticamente uma bola de pinball rebatendo, o game tem algumas fases com clima de beco e até uma com o tema cassino e tem games de Pinball na série. Sonic tem uma jogabilidade perfeita. Sinta-se realmente como um herói radical, enfrentando fases repletas de perigos, inimigos e muita ação.

Golden Axe: Mais um game com clima prfeito. Nesse caso, medieval. Novamente as músicas, os cenários, os personagens, poderes e história dão o clima da aventura épica. Um clássico, uma conversão quase perfeita do Arcade. Sinta-se realmente em uma terra mágica medieval enfrentado hordas maléficas do terrível Death Adder. Aqui tem os vilageiros, florestas destruídas… tudo nos conformes.

Toejam e Earl: A sensação do verdadeiro funk americano!!! A alegria de ser um ET enfrentando alienígenas estranhos: os terráqueos.

Shinobi: Yuzo Koshiro dá o tom pra você se sentir um verdadeiro ninja enfrentando os mais perigosos desafios em esconderijos japoneses, usando técnicas secretas ninjas.

Phantasy Star: A mais perfeita miscigenação entre tecnologia e medievalismo da história dos videogames.

Street Fighter: A versão do Mega tem o clima próprio de SF, o clima de um jogo 2D de verdade, puramente, nada do que a série viria a se tornar quando se deteriororu mais adiante.

Mortal Kombat: A atmosfera densa, sufocante, tensa, nervosa e animalesca. A ação que te pega pelos cabelos e o joga no chão. Pra mim a série só começo mesmo a partir do MK3, quando seu clima estava formado. Pra mim antes eles só estavam testando, começando. O MK3 foi onde surgiram todas as marcas registradas e o clima magistral que contagia tudo nesse game. E o UMK3 é onde tudo é mostrado de uma vez.
Eternal Champions: Apesar da jogabilidade extremamente sofostocada que afastou esse game do grande público… é violentíssimo, um dos mais violentos games de todos os tempos (embora a versão Sega Cd seja ainda mais violenta). E tem uma história que simplesmente é uma das melhores entre os games, é na verdade um game que valoriza muito o enredo. Cada personagem e cenário conta a história. E tem um clima muito legal, e cenários muito bem feitos.

E como o Mega é o videogame da adrenalina………………………..

Skitchin: Seja radical, seja contra a lei, seja um metaleiro louco. Entre nessa estrada, pegue beirão nos carros e vença essas disputas emocionantes.

Road Rash: Você é um motorista fora da lei em uma estrada que te leva à mais emocionante batalha na pista. Sinta a velocidade. Sinta a radicalidade, sinta o escapamento quente… viva!

Quackshot: Encarne um pato investigador histérico, viva a aventura mais indiana jonesca do pato Donald! Descubra os mistérios dessa grande aventura! Use sua inteligência, revele os enigmas e enfrente cada novo desafio com o temperamento explosivo de um pato.

Vectorman: Atire até matar e sinta a vibração na sua alma enquanto a tela chacoalha de maneira enérgica! Pule, ande, atire, pule de novo e atire de novo, tudo ao mesmo tempo! E enquanto você faz isso, o cenário vai continuar se movendo de maneira realística. Pode não ser 3D de verdade, talvez nem seja 3D de mentira, mas realmente é inovador. Efeitos de luz-e-sombra, jogabilidade de Mega Drive, sons incríveis e um personagem que de vez em quando fala algumas palavras. Além disso, se treansforme em outras coisas, viva aventuras em fases com perspectivas nunca antes vistas.

Ristar: Agora você é uma simpática estrelinha malandra, se aventurando por galáxias distantes numa aventura épica. E vai se sentir assim mesmo! Cada fase te dá a real sensação de um novo planeta, cada inimigo parece mesmo um alienígena estranho e a estrela que você controla parece mesmo um personagem real, graças às suas incríveis animações. Imperdível.
California Games: Sinta-se na califórnia praticando esportes radicais. Jogabilidade simples e divertida de arcade, gráficos razoáveis  e trilha sonora inesquecívels. O sol está em alta. Não perca!