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Mega-Acessórios 7 07America/Bahia novembro 07America/Bahia 2016

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Activator

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O Activator é um controle de movimento (pense Kinect) que consiste em um octógono que fica no chão e tem sensores infravermelhos lançados pra cima pra ler sua movimentação. Poucos jogos tiveram suporte ao acessório, o de maior destaque sendo Eternal Champions.

Power Base

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Conversor usado para dar retrocompatibilidade ao MD, tornando possível usar os cartuchos de Master System no MD para jogar os jogos do Master no Mega. Alguns jogos requerem o uso do joystick do Master para funcionarem, sendo eles:

  • Alien Syndrome
  • Bomber Raid
  • Great Volleyball
  • Montezuma’s Revenge
  • Penguin Land
  • Shanghai
  • Tennis Ace
  • Where in the World is Carmen Sandiego?
  • Wonder Boy in Monster Land

Menacer Justifier

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Armas com infravermelho para serem usadas em jogos de tiro light-gun. Os dois jogos Lethal Enforcers só funcionam com a Justifier.

Game Genie (também tem o Action Replay, o Game Wizard  e outros)

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É arecido ao afamado Game Shark dos consoles de CD. O Game Genie vai entre o cartucho e o videogame, e permite usar códigos de trapaça extras nos jogos.

Team Player e 4-Way-Play

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Os multitaps oficiais do MD, o primeiro sendo da própria Sega e o segundo da EA. Nem todos os jogos que suportam mais de dois jogadores são suportados pelo 4-Way-Play, mas todos são suportados pela versão posterior do Team Player lançada.

J-Cart

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Cartucho especial lançado pela Codemasters, que permite conectar 4 joysticks no próprio cartucho, semelhante a um multitap embutido. Jogos que vieram em um J-Cart:

  • Pete Sampras Tennis
  • Pete Sampras Tennis ’96
  • Micro Machines 2: Turbo Tournament
  • Micro Machines 96Micro Machines Military
  • Super Skidmarks

MegaModem

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Modem usado para fazer o Mega Drive se conectar à internet e usar alguns serviços exclusivos da Sega no japão. Coisas como serviços bancários e jogos online. O Brasil teve uma versão semelhante do serviço, chamado Mega Net.

X-Band Mega Net 2

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Modem para conexão online que permitia checar e-mails e jogar jogos. O Brasil teve algo semelhante, o chamado Mega Net 2.

Sega Channel Adapter

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Serviço de distribuição de jogos online que envolvia, também a necessidade de inscrição no serviço.

Remote Arcade System

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Joystick sem-fio lançado pela Sega para o MD.

Keyboard e Mouse

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O teclado foi lançado para ser usado com o serviço Mega Net e o mouse teve uso em alguns jogos, principalmente jogos de estratégia.

Mega Stick e Arcade Power Stick

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Controles que imitam a configuração dos arcades (fliperamas) da época. O primeiro tem três botões e o segundo tem seis.

Action Chair

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eek Uma cadeira que é também um joystick! Se você se inclina para a direita, o personagem se move pra direita e se a inclinação é para a esquerda o personagem vai pra esquerda. Curioso.

Region converters

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Adaptadores usados para ignorar as restrições de região dos jogos de Mega Drive, para que jogos lançados em uma região possam funcionar em um  Mega Drive de outra região.

StuntMaster

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Uma espécie de VR, parecido a um que a Sega ia lançar para o MD. Não tem nada que o difira de uma TV em um óculos. É incompatível com alguns jogos e também diz-se que tem peso excessivo. Não funciona nos Mega Drives do modelo 2 (o Mega Drive 3 do Brasil, por exemplo).

Mega-CD Karaoke

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O que há com japoneses e karaokês? Esse transforma o Mega em um karaokê, mas também requer o Sega-CD para funcionar.

Demo System DS-16

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Feito para uso comercial, que permite conectar seis cartuchos a um Mega Drive e alternar o uso deles facilmente com o uso de um botão. O dispositivo em si ficava escondido por trás de uma cabine de quiosque. É semelhante ao acessório VJ Video Jukebox que ia ser lançado para o MD, que permitia manter seis cartuchos conectados ao MD, com uma chave seletora para alternar entre eles.

Capcom Pad Soldier MD

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Um controle com formato esquisito feito pela ASCII, lançado pela Capcom, com o objetivo de permitir usar três dedos nos botões de ação (igual nos arcades (onde eu nunca usei três dedos, mas faz sentido)) sem perder o conforto de um joystick.

(mais…)

Melhores Jogos de Plataforma 11 11America/Bahia maio 11America/Bahia 2012

Posted by bluepasj in dym, LISTAS.
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Mais uma lista aqui nesse blog perdido nas ondas da internet. Relembrando alguns jogos incríveis feitos para esse videogame perdido nas ondas do tempo. Falando de ondas de maneira idiota.

Vamos à lista:

 Sonic The Hedgehog000 Sonics: Obviamente o mais popular e mais conhecido, principalmente por que continuou sua existência enquanto muitos outros falharam (alguns deles miseravelmente), Sonic fez sua fama em cima do fato de ser rápido. Mas ele está aqui por que não deixou de ser um plaftormer genial, sempre com grandes momentos, a jogabilidade mais intuitiva de sempre e grandes qualidades técnicas. E toda a quadrilo(trilo)gia clássica mantém o nível.

Pitfall: Jogo clássico de uma série clássica, que influencia até hoje em muitos Pitfall - The Mayan Adventure000 jogos famosos. Levava as plataformices a um outro nível, incrementando muitas idéias de uma aventura na selva. Além disso, ganhou os corações daqueles famintos por desafios, com sua dificuldade.

 Castlevania - Bloodlines000Castlevania: O Castlevania Bloodlines é um dos mais sangrentos Castlevanias de outrora. Mas além disso, apresenta muitos pulos medidos e desafios baseados na habilidade jogabilística do jogador. Agora abusando do prefixo jogar. Bloodlines apresenta muitos efeitos daqueles famosos na época, como rotação, por exemplo, e eles são usados para incrementarem e melhorarem o elemento plataforma. E realmente funcionam muito bem.______

Mickey Mania - Timeless Adventures of Mickey Mouse (E) [!]000

Quack Shot Starring Donald Duck000

Mickey & Donald: Quackshot,  Castle of Illusion, World of Illusion, Mickeymania e Maui Mallard fazem parte de um seleto grupo de jogos. Os jogos da Disney. E por mais que vários elementos estejam e sua composição, plataformas é um dos mais eminentes em todos os supra-citados. Sem deixar de lado a diversão e o maravilhamento causado pela experiência.

B.O.B000 Bob: O robozinho simpático da EA se apresenta em um jogo curto, repleto de boas idéias mal utilizadas, mas ainda assim uma experiência válida. Apesar de que, sinceramente, parece um jogo inacabado.________________________________________________________

Misadventures of Flink000 Flink: O maior representante vivo dos adventures do meguinha. Misadventures of Flink, sendo um port de Amiga, apresenta gráficos estonteantes e alguns efeitos especiais. E também muitas plataformas que são um convite para a morte num buraco sem fundo. Idéias geniais estão salpicadas aqui e acolá.

Ristar000 Ristar: Plataformas é o termo do qual estou começando a me cansar nesse instante com algo mais. A habilidade da estrelinha malandra (é assim que as revistas de antigamente falavam. Tente não rir) de agarrar os objetos e certos lugares acrescentava muito à jogabilidade do jogo. E as novas maneiras de usar essa habilidade tão peculiar mantinham o jogo fresco (ui) do começo ao fim.__________________________

Aladdin000

Aladdin: Não podíamos nos esquecer do colecionador de prêmios da Virgin. Aladdin é, em sua essência, exatamente o que se espera de um jogo de gênero platform. E com características técnicas gigantescas, lembrando a cada segundo as qualidades artísticas do filme que o deu origem. E tudo funciona tão bem!

Lion King, The (UEJ) [!]000 Lion King: O próximo jogo baseado num filme da Disney é outro de seus maiores sucessos. E como todos os jogos relacionados à Disney na época, ele pertence à realeza 16-bitesca. Lion King é um jogo de plataformas diferente, com toda uma jogabilidade trabalhada no fato de se estar jogando com um leão (primeiramente Simba criança, depois adulto) na selva. As coisas fluem de uma maneira tão original, que arrisco dizer que esse pode ser o jogo mais único dessa lista.

jungle-book Jungle Book: Olha só, junte todos esses jogos da Disney da lista e vai ver o quanto eles eram incríveis. Depois venha aqui e me responda por que por muito tempo depois do fim dessa geração os jogos da Disney simplesmente não alcançavam essa qualidade. Baseado no filme O Livro da Selva (dã), JB é uma espécie de Pitfall indígena, e com certeza queremos mais disso.

Jelly Boy000 Jelly Boy: O jogo da geleinha rosa (ui²) não foi lançado, mas saiu a ROM dele post-mortem. Jelly tem muitas habilidades de transformação rosa chocantes úteis e que dão variedade ao gameplay._______________________________

Captain Havoc000 Havoc: Um dos jogos com menor qualidade dessa postagem. Captain Havoc é simples, sem muitas complicações, o básico dos básicos. Mas justamente por isso, apresenta todas as características do gênero-alvo.

Kid Chameleon (UE) Kid Chameleon: Outro personagem com capacidade para se transformar. Os gráficos do jogo são desapontadores e ele apresenta uma dificuldade elevada, além de muitos, mas muitos níveis (fases) e isso sem save ou password. Kid apela para máscaras especiais para ganhar habilidades diferentes para passar das fases, e essa é uma idéia genialmente bem executada.

Radical_Rex_-_1994_-_Activision Radical Rex: Ouso dizer que é o jogo mais desconhecido da lista? Não sei. RR é psicodélico como a maioria dos jogos à época, permitindo a você encarnar na pele de um dinossauro radical que anda de skate. O jogo é divertido e tem algumas idéias refrescantes.

 

 

Daze Before Christmas000 Daze Before Christmas: Jogue com o Papai Noel (que se transforma em demônio(?)). Por mais inimaginável que possa parecer, esse jogo é bom, realmente funciona. Tem gráficos bonitos e a estranheza da idéia acrescenta valor à experiência.
Aero the Acro-Bat 2000

Aero the AcroBat 2: Provavelmente o jogo mais subestimado da lista. Isso talvez se deva ao primeiro e fraquíssimo Aero. Aero 2 é um jogão, de verdade, que não merecia ficar escondido e esquecido pela comunidade gamer como o foi. O morcego da Iguana Games é simpático e tem algumas habilidades (como seu pulo diagonal e queda brusca) que o diferem dos outros mascotes da época._________________________________________________

Zero - The Kamikaze Squirrel000 Zero the Kamikaze Squirrel: Vindo do mesmo universo que o Aero (novamente pela Iguana Games), Zero não tem tanta qualidade, concorrendo com Havoc o título de pior. Ainda assim, pelo menos Zero tem habilidades e características originais, embora estranhas demais para que se acostume a elas. Mas eu não joguei muito, então posso estar errado._________________________________________________


Prince of Persia:
Outro dos grandes influenciadores do gênero, PoP se vale de um senso alto de verossimilhança para construir sua jogabilidade rica em pulos perfeitos e lutas de espadas.

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Garfield - Caught in the Act000

Garfield: Outro jogo de plataforma esquecido pelo tempo (e pelos jogadores), o jogo do gato amante de lazanha é bem divertido, apesar de curto. Os sprites foram desenhados pelo próprio Jim Davis o autor do Garfield.

TinHead: Joguinho estranho, difícil pra caramba, mas muito bacana e com gráficos muito bonitos. Na jogabilidade, você tem três opções de modo de tiro que você alterna. Pra cima, pra frente e saltitante. Esse é o diferencial do jogo, além das frases psicodelica e LSD-amente únicas._________________________________________

Socket_Screenshot_4129

Socket: Espécie de clone do Sonic. Apresenta algumas idéias muito boas e ótimos gráficos. A primeira fase pode afugentar as pessoas, ela é muito confusa, mas na segunda as coisas já melhoram muito. É um platformer bastante eficiente.

Rocket Knight Adventures: Sparkster é o mascote da Konami, aparecendo nesse jogo e na seqüência que leva seu Rocket Knight Adventures_May20 16_10_25nome. Um jogo rápido e criativo, que lembra levemente o Sonic e tem uma temática incomum para a época, pelo menos em relação a jogos de plataforma, essa coisa de cavaleiro e tal. Os gráficos também são muito bonitos e agradáveis. Há que se mencionar que a dificuldade é um pouco elevada.

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Outros jogos que tem um forte elemento de plataforme são Monster World 4, Crusader of Centy, Gunstar Heroes e Landstalkers.

Bom, na verdade, por serem em sua grande maioria side-scrollers, quase todos os jogos do Mega (da geração 16-bits) são jogos de plataforma.

Evolução – Mortal Kombat 9 09America/Bahia maio 09America/Bahia 2012

Posted by bluepasj in EVOLUÇÃO, Uncategorized.
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mkombat Mortal Kombat: O começo de tudo. O jogo que trouxe os gráficos digitalizados para os games (e com isso mais realismo do que se poderia imaginar antes). Pelo menos, o primeiro game digitalizado que, de verdade, deu certo. Tanto que muitos outros jogos que vieram depois não chegaram nem perto da qualidade do MK. Nem mesmo os capazes rapazes (rimou) da Naughty Dog que criaram Crash Bandicoot conseguiram fazer algo tão belo (estou falando do primeiro jogo deles, um horrendo jogo de luta 2D digitalizado). Mas voltando ao assunto, MK também acrescentou muita violência à mistura, principalmente com os famigerados fatalities. Mas não foi só nisso que MK inovou. Muito embora tenha influência de Street Fighter em sua básica concepção de um-contra-um, MK é um jogo completamente diferente, e de uma maneira funcional. Nenhum outro jogo de luta depois de SF conseguiu se soltar tanto dos grilhões estilísticos daquele jogo que deu origem aos jogos de luta vs (baseados em gerenciamento de espaço). Explico. Primeiramente, existem poucos golpes em MK que são feitos usando meia-luas, e MK implementou os golpes feitos com toques (um pra trás, um pra frente; dois pra trás, um pra baixo; pra baixo, pra cima; etc.). Não apenas isso, como acrescentou o gancho, um botão (inútil) de defesa (sem ser apertando na direção contrária ao inimigo (pra trás)) e isso sem mencionar os fatalities. E eu não deixo de notar que os pulos de MK são mais realísticos. As pessoas pulam girando, e não retas igual nos SF. Outra coisa que diferencia MK do SF são os golpes especiais com algum efeito além de dano. Sub-Zero congela o inimigo; Scorpion puxa ele para si… isso é outro elo quebrado com sucesso por MK em relação a SF e, em conseqüência, com todos os outros jogos de luta da época. Por isso ele travou uma guerra com SF, por serem os dois que eram criadores e imitados (por mais que MK beba da fonte de SF às vezes). No quesito da relação comparativa entre os MKs, esse primeiro passo tem um clima mais leve do que os outros, mas ainda assim macabro. A conversão do arcade para MD também ficou bastante satisfatória, manteve tudo que o jogo tinha de bom, inclusive o sangue (através de código(?!)). E a jogabilidade também está bacana. P.S.: história de MK supera quase todos os outros jogos da época.

ZmBiFKwO9CzTwqz Mortal Kombat 2: Já na segunda iteração uma grande diferença (embora não na prática (diga-se: gameplay)). Um clima mais sombrio do que o do primeiro, mas mantendo tudo que caracterizou aquele jogo. Personagens novos aparecem, mas uma das principais do 1º jogo, Sonya Blade, está ausente, pois foi seqüestrada. Os novos personagens e o clima mais ‘dark’ dão um tom totalmente novo ao segundo jogo da série.

Mortal Kombat 3 (2) Mortal Kombat 3: GIGANTESCA diferença de tudo que foi apresentado até agora. Inclusive, gerou uma ruptura na fan-base. Mas vamos por partes. Por que há tanta diferença assim? R.: O clima foi um pouco urbanizado nesse jogo, aparecendo cidades atuais e, inclusive, robôs. Nada disso condiz com os templos, florestas, esgotos e monges que vinham sendo apresentados até então. Além do mais, até a jogabilidade teve diferenças, já que foram acrescentados ao sistema combos (embora eu questione sua utilidade). Também foram inclusas novas finalizações, como os (hilários) friendships. Tudo isso fez com que algumas pessoas (a maioria?) dissessem que a série se deteriorou a partir desse 3º jogo, enquanto que outros (talvez os que conheceram a série desse jogo em diante) consideram esses os melhores da série. Esse segundo é o meu caso, mas estou ciente de que o consenso geral sobre os MKs clássicos é de que o segundo é o melhor de todos, mas não na versão Mega Drive, que foi considerada uma má conversão. De qualquer maneira, os gráficos e sons desse terceiro jogo estão melhores do que nunca. Principalmente a parte sonora, Dan Forden deu um show aqui. A jogabilidade também tem uma sensação mais feroz, mais agressiva, sente menos cadenciada do que nos jogos antigos. Para complementar a nova natureza selvagem dos combates, foi adicionado também um botão de corrida, que é regrada pela também nova barra de stamina. Outra novidade são os cenários que tem várias camadas: você dá/leva um soco e vai parar num lugar diferente.

ultimate mortal kombat 3 Ultimate Mortal Kombat: O último (oficial) deles lançado para o pretinho-16 da Sega. UMK é, em minha humilde opinião o melhor de todos. Muitos consideram ele o melhor, também, inclusive um dos criadores da série. Na verdade, a coroa parece se dividir entre o 2 e o Ultimate, embora muita gente prefira o 3, por considerar que o Ultimate tem alguns excessos. O que eu acho é que o UMK apresenta uma grande quantidade de conteúdo, e isso é muito bom. Por outro lado, há uma enorme quantidade de combos infinitos que até um leigo em fighting games como eu (mesmo assim meu gênero favorito) nota. E há os palete swaps, os tão criticados palete swaps. Personagens com o mesmo sprite, apenas com as cores modificadas. Eu não achei isso tão prejudicial assim, principalmente por que existem diferenças na jogabilidade dos diferentes personagens que valem a pena escolher um ou outro. O sistema de combos retorna, finalizações diferentes também… na verdade o Ultimate é um update do 3, uma expansão do 3, tanto é que se chama UMK3.

Gráficos no Mega Drive (Melhores de Todos os Tempos) 1 01America/Bahia dezembro 01America/Bahia 2011

Posted by bluepasj in CURIOSIDADES, LISTAS.
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Seguindo uma idéia que eu encontrei pela internet (IGN), mas que se relacionava apenas aos videogames mais atuais, decidi fazer uma versão Mega-Driviana dessa lista. Aqui vai!

Pulo Gráfico Mais Memorável: Este é o jogo com os visuais tão bons, que mudaram sua maneira de ver o console. Repentinamente, o verdadeiro poder do sistema é revelado, e antigas expectativas são deixadas na poeira.

Sonic the Hedgehog: O killer app que a Sega apresentou para não só intimidar Mario  & cia., mas também mostrar todo o potencial adormecido do console. Principalmente seu trunfo, a velocidade que pôde ser vista em quase todos os jogos do console negro da Sega.

Excelência Técnica: Este é o jogo que melhor capitalizou no hardware de um ponto de vista visual. Esta é uma desenvolvedor que sabe o sistema por dentro e por fora e tira dele cada partícula de performance e beleza visual.

Gunstar Heroes: O jogo que veio mostrar que o Mega não era só o que acreditavam que era. Apresentou efeitos visuais afamados na época e que muitas vezes não se acreditava que o MD era capaz. A Treasure realmente tirou tudo que o Mega tinha pra dar!

Servindo Uma Visão Criativa: Este jogo usou os visuais para servir a um fim altamente criativo ou em conjunção com um conceito expansivo.

Comix Zone: Esse jogo não seria tão único se não fossem pelos seus visuais emulando perfeitamente o clima de um gibi.

Piores Visuais: Este é o jogo que melhor mostrou como não trabalhar no hardware. Tenha em mente que estamos escolhendo vencedores nessa categoria entre jogos bem conhecidos – todo sistema tem seus jogos terrificamente obscuros, mas nós queremos mostrar o que os desenvolvedores poderiam ter feito – e sabido – melhor.

Altered Beast: Nada me vem à mente além de um dos primeiros jogos do Meguinha, o que justifica muita coisa, mas não tudo. Além do mais, ele foi o primeiro bundle (cartucho que vem com o console), e ainda assim se parece demais com um jogo de Master System, não justificando o pulo deste para o supostamente mais avançado Mega Drive. Até mesmo pode-se dizer que perde para alguns jogos 8-bits.

Melhores Intro (Cenas de Abertura) 19 19America/Bahia agosto 19America/Bahia 2011

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B.O.B.: Com muito humor, o robozinho simpático da EA apresenta o início de sua saga. E, apesar do estilo bem wall-e de ser do BOB =lembrar Vectorman e da abertura ter uma trama que lembra muito Toejam e Earl, o jogo é surpreendentemente bom e bastante original.

Beyond Oasis: Uma das poucas apresentações em que as coisas aparecem grandes na tela. E apresenta a trama de maneira espetacular. Só de ver essa intro já dá pra saber o quão bom o jogo é.

Captain Havoc: Com sua intro bacanuda, cheia de belas imagens.

Castlevania Bloodlines: Cheia de estilo, apresenta, com muitas luzes, sombras e imagens se movendo, a trama ‘dark’ de uma condessa que deseja ressuscitar Dracula.

Comix Zone: Apresentação que tem tudo a ver com o jogo, meio que em preto e branco, bem ao estilo gibi de ser. Conta a história do escritor de quadrinhos que é raptado para dentro de sua obra pelo próprio vilão que ele criou.

Flashback – The Quest for Identity: Ineditismo em alta. A apresentação desse jogo é feita com uma animação tão bem feita que bem que poderia se passar por CG. É mais realista do que qualquer coisa da época em consoles. Parece até um filme de animação. Bem suave e bem feito.

Garfield – Caught in the Act: Mostra Garfield fazendo uma gambiarra (muito engraçado) pra consertar sua TV, mas sendo puxado pra dentro dela. E tem muito estilo de gibi também. Devo mencionar que o jogo é, também, ótimo.

Gunstar Heroes: Apresenta, já nesse início, muita ação com os incríveis gráficos in-game.

Landstalker: Com um início bem cinematográfico e indiana jonesco, Nigel vai percorrendo ruínas e escapando de seus perigos enquanto os créditos vão aparecendo (algo depois feito, por exemplo, em Metal Gear Solid para PSX).

Mick & Mack as The Global Gladiators: Ronald McDonald realize seus desejos! Ou coisa parecida. Nesse joguinho bem legal, a intro é feita com desenhos ao estilo fotos, também lembrando um pouco gibi.

Quackshot staring Donald Duck: Mais uma grande homenagem a Indyanna Jones (é assim que escreve?). A intro também é cinematográfica, apresentando o Donald Duck (tupiniquimente conhecido como Pato Donald) enfrentando desafios enquanto os créditos aparecem.

Ristar – The Shooting Star: Com todo seu clima exótico, a apresentação desse game mostra, com um clima de desespero no ar, Ristar sendo chamado a defender os fracos e os oprimidos.

Sparkster: Começa cheio de ação, com uma transição muito bela da tela inicial para a cena inicial. Cena essa bem megalomaníaca já apresentando robô gigante e luta. Depois corta pra uma cena in-game também muito bacana.

Streets of Rage: É clássico as letrinhas subindo com aquela cidade belíssima de fundo e aquela música arrebatadora, depois os três heróis aparecendo.

TMNT Teenage Mutant Ninja Turtles – The Hyper Stone Heist: Você vai se lembrar dos filmes das tartarugas quanto vir esse opening. Aprsenta muito bem o insensato motim do jogo.

Toejam e Earl: Com o humor característico da série, mostra como esses dois alienígenas doidões vem a cair na Terra depois de um acidente (engraçadíssimo) com sua nave.

Vectorman 2: Pelo menos nisso o segundo jogo é melhor que o primeiro. Tem uma intro impressionante e muito estilosa, que se liga muito bem ao início do game.

YuYu Hakusho Makyou Toitsusen: Nem sei se escrevi o nome do jogo certo. Nomes japoneses são um problema. Na intro desse jogo cenas de luta são intercaladas brilhantemente com apresentação dos lutadores.

Out of this World/Another World: Tem uma intro ainda mais bela do que Flashback. Impressionante.

Shining Force: Tem uma intro muito interessante, meio que uma narração escrita da história com um tom muito bom.

Gleylancer: Com imagens variadas, quantidade decente de animações em algumas delas e ótimos designs.

P.S.: Depois eu atualizo com umas imagenzinhas.

Tá, mas PORQUÊ eu jogaria um videogame antigo? 10 10America/Bahia fevereiro 10America/Bahia 2011

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Porquê jogar um Mega Drive ainda? Eu diria que não ainda, mas sempre. Acho esse um ponto importante para esse blog. Como é um blog viciado em listas, vai em formato de uma:

*Por nostalgia de tempos antigos, em que éramos mais jovens e simples.

*Por que a grande maioria dos jogos da época rodam a 60 frames por segundo, o que os torna mais fluídos. E o melhor, com quase nenhum slowdown (especialmente no Mega).

*Por que os controles são com fio, o que diminui consideravelmente o input delay, ou seja, o tempo de resposta dos comandos, o que por sua vez torna a jogatina ainda mais fluída, mais responsiva. Se a TV for de tubo, tem menos delay ainda.

*Porque não há e nunca haverá uma geração de videogames como a quarta geração. Sei lá, tinha um charme especial. Gráficos em 2D, com sprites e coisa e tal eram muito bonitinhos e as músicas do chip FM são marcantes demais! Além do mais, com todas a limitações, os desenvolvedores tinham que se esforçar mais e colocar vários pequenos detalhes pros games ficarem legais. E esse esforço é perceptível nos games.

*Hoje em dia tem muito poucos jogos que todos podem jogar. Acho que o último jogo que achei que todo mundo iria gostar de jogar que vi foi Crash 3. Depois tudo veio se complicando, perdendo jogabilidade em prol de outras coisas. Se eu fosse ter um filho, iria querer dar um Mega Drive pra ele, se não únicamente, pelo menos também um Mega.

*Mesmo oficialmente, um videogame 16-bits e seus jogos são muito baratos hoje em dia, pelo tanto que são “ultrapassados”.

*Jogabilidade side-scrolling, que é uma coisa boa por ser simples e intuitivo de controlar. Em 3D não se tem a mesma facilidade que antes.

* Vários jogos bons que ficaram perdidos e ainda podem ser redescobertos. Como os jogos taiwaneses e os perdidos em tradução, por exemplo.

* Uma biblioteca enorme, tanto do Mega quanto do Snes. E uma biblioteca de qualidade.

*Clássicos antes de terem se perdido. Como Sonic que por muito tempo ficou perdido no 3D. Naquela época, muitos games tiveram época de ouro.

*A relativa facilidade de se fazer um game naquela época, pela simplicidade dos games e muitos processos serem artesanais, fez com que houvessem milhares de empresas produzindo games. Isso dá mais variedade estilística aos games.

*Os jogos envelheceram MUITO bem (principalmente em TVs de tubo).

* Alguns jogos que NUNCA, eu digo nunca, podem se perder, por serem bons demais. Vide:

  • Gunstar Heroes;
  • Sonic, a série clássica;
  • Ultimate Mortal Kombat – até o Trilogy não foi tão bom;
  • Streets of Rage – os 3;
  • Ristar;
  • Vectorman – os 2;
  • Comix Zone;
  • Castlevania Bloodlines;
  • Shinobi 3;
  • Toejam e Earl.

Esses games devem ser conhecidos e aplaudidos.

* Honrar o trabalho difícil e excelente dos produtores daquela época. Que por mais que agradeçamos, não vai ser suficiente pelo que fizeram.

* Focos esquisitos nos jogos de atualmente. Antigamente o foco era a jogabilidade e DIVERSÃO.

Bem… é bem mais ou menos isso… falou e fui!