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Review – Ultimate Mortal Kombat 2 02America/Bahia fevereiro 02America/Bahia 2011

Posted by bluepasj in Uncategorized.
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Ultimate Mortal Kombat 3 The Ultimate Fighting Game

é o game mais cheio

de coisas da série da Midway naquela época passada. Claro, também. Foi o último a ser lançado. A grande maioria das pessoas considera Mortal Kombat2 o melhor da série.

Mas eu, que particularmente não tenho nenhuma ligação sentimental com esse game, prefiro o UMK. E vai ficar claro o porque. UMK3 apresenta o maior elenco de personagens da série até então. É verdade que tem alguns palette swaps, mas na maioria deles há grande diferença nos golpes. Eu acho válido isso pra aumentar a gama de personagens. E ainda assim, tem vários personagens diferentes um do outro. Mas o principal mesmo é que eles se diferem nos poderes. E que todos os personagens tem um design interessante, tanto deles como dos cenários e dos efeitos especiais. E o background deles é muito interessante. Na verdade, a história da série MK sempre foi um ponto acima de qualquer outro fighting game. Tá, isso não é lá muita coisa, fighting games nunca tem história. Mas acontece que no MK tem toda uma trama evolutiva explicada pelas bios dos personagens e letreiros na demonstração do game. É só um extrinha, mas talvez por isso MK tenha uma identidade própria e sempre tenha sido uma das série mais estilosas de todos os tempos, com um clima todo próprio. E os personagens se divergem um do outro também na jogabilidade, que é muito interessante. Muitos consideram MK uma mera cópia de Street Fighter com abordagem diferente. Mas a jogabilidade de MK, a meu ver, foi por um caminho completamente diferente da de SF. Pra começar, MK inovou ao inventar os golpes com toquinhos. Tipo dois pra trás e um pra frente, ou pra baixo e pra cima. Em SF, eram só meias luas ou carregamentos (ambos ainda existem em MK). Outros dizem que MK só se tornou popular por causa dos fatalities. Baboseira. Inclusive tem gente que nem sabe fazer fatality e que gosta da série. E ajogabilidade incluiu um útil botão decorrida. E dá pra se abaixar de alguns golpes e golpes especiais. Além do mais, tem golpes especiais com habilidades próprias interessantes: puxar o inimigo, congelá-lo, deixá-lo sem ação, voar… é interessante. Além de ter um sistema de combos muito bom, por ser simples de usar. Não é complexo igual a outros games que tem esse sistema (Killer Instinct, Guilty Gear), em que você nem entende o que acontece. Além disso, os pulos de MK são muito mais realistas do que outros jogos da época. E MK3 e UMK3 foram provavelmente os primeiros jogos de luta com múltiplas instâncias de combate, em que você pode ser jogado de uma para outra no meio da luta. Em termos de finalizações, UMK vem cheio delas, melhores do que nunca. Tem os já clássicos Fatalities, os chatinhos Babalities, os idiotas Brutalities (só nas versões home) e os muito bem vindos e maravilhosos Friendships. Isso sem contar os Stage Fatalities, que continuam presentes. E a versão árcade tinha também Animalities, interessantes, mas que foram tirados da versão caseira. Em termos gráficos, foi uma ótima conversão do arcade, mantendo a alma do game, sem acelerações desnecessárias (como é perceptível na versão Snes). Os gráficos são estupendos, naquele estilo gótico dark da série. Com certeza é bem OMFG! Mas os sons são o que pra mim é o melhor de UMK. Na versão Mega Drive, foi mantida toda a gritaria do pau quebrando no game. É bem divertido de ouvir. São vários sons, todos interessantes, boa trilha sonora. Enfim, a sonoridade desse game é com certeza perfeita e o melhor aspecto de tudo. Claro, tem as coisas estranhas habituais por MK naquela época ser um game feito bem ‘marromeno’. Tipo três crânios poderem sair de uma pessoa só, por exemplo. Mas são ínfimas distrações em meio a toda a diversão. Ainda tem o modo digitalizado em que os personagens foram feitos, que dá um ar todo interessante à obra. Também tira alguma nota do game o fato de não ter zeramentos específicos, só um para todas as ocasiões. Mas também seria pedir demais que se fizesse um final pra cada um dos muitos personagens presentes no ‘novo’ game da série de Ed Boon e John Tobias (nota: Boon Tobias = nooB saiboT). E isso é um dos pontos mais positivos. Tem muitos, mas muitos personagens mesmo (por mais que você só vá jogar com alguns, pelo menos pode jogar contra os outros).

E fim de papo.

Update.

Em UMK3, os fatalities perderam um pouco a graça, por que perderam um pouco o realismo (em MK3, aliás). Pra começar, os personagens tem ossos demais dentro de si, chegando até a aparecer dois crânios. Outra coisa é que às vezes os personagens gritam DEPOIS de morrer, depois de perder a cabeça, quando não deveriam mais poder. Além do mais, eles explodem por qualquer coisinha, em mil pedaços, na maioria das vezes sem motivo algum. Irreal é pouco. E ainda tem o fato de que os braços flutuam no ar quando a parte de cima do corpo é arrancada.

Quanto aos fatalities mais leves como o do The Subway, não comprometem em nada o game. Falo disso por que já li críticas sobre eles pela net. Não comprometem por que ainda há fatalities violentos, de decapitação, escalpelação e cremação. E esses ainda são bem feitos.

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